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14/01/19

Teatro | Pelo Próprio Pé - Miguel Mendes - Nelson Cabral | 18 e 19 Janeiro 21h30 | Teatro Micaelense


Dois atores mantêm-se fiéis à nobre tarefa de levar o teatro a todos os lugares e públicos que o queiram ver e ouvir. Continuam há quatro séculos a lutar pela sua própria sobrevivência que é também a dos valores da transmissão oral do conhecimento e da cultura. Vêm com o propósito de representar um reconhecido texto do Teatro Clássico Ocidental, mas não conseguem chegar a um acordo quanto à resolução formal de vários elementos da peça. Um deles continua arraigado às formas teatrais mais tradicionais e seculares enquanto outro já se rendeu às novas tecnologias. Porém o público já está sentado na plateia e o espetáculo tem de começar e continuar…

Miguel Mendes e Nelson Cabral são os criadores do espetáculo e interpretam as duas personagens, tal como já o tinham feito em “Piolhos e Actores” de Sanchis Sinisterra, com encenação de António Capelo. Neste novo espetáculo, volta a emergir uma reflexão existencialista, desta vez associada à experiência do ator e do homem nesta segunda década do século XXI face ao admirável mundo tecnológico que desponta e em que vivemos.

Criação e interpretação | Miguel Mendes e Nelson Cabral
Preço | €10 (descontos aplicáveis; espectáculo em bancada no palco, sem lugares marcados, com lotação reduzida)
Classificação | m/12

14/12/18

Literatura - Artes Cénicas - Workshop | II Maratona Luso-Americana de leitura - Mody Dick | 5 de Janeiro | 16h, 18h e 19h | Fábrica da Baleia de Porto Pim | Horta


Em Janeiro de 2019 a Maratona de leitura da obra "Moby Dick" será na Fábrica da Baleia de Porto Pim!

As inscrições para os leitores já se encontram abertas: quem se atreve a embarcar connosco nesta saga? Junte-se ao OMA e à ESMA para a leitura da versão traduzida e adaptada por Pedro Alves e Tiago Patrício de Moby Dick em Português. 

Irá acontecer no sábado, dia 5 de janeiro, a partir das 16h, e está programada a peça de teatro "Papéis há muitos" e um caldo de peixe entre outros comes e bebes. Ligação em simultâneo com o New Bedford Whaling Museum, o Museu de Angra do Heroísmo e a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 

Link para inscrições (terminam no dia 31 de dezembro e os lugares são limitados):
https://bit.ly/2PEIiQu

27/11/18

Teatro | "Paragem da Esperança" de Isolda Brasil | 30 de Novembro, 1, 7 e 8 de Dezembro | 21h30 | Alpendre | Angra do Heroísmo



O Alpendre leva a cena nos dias 30 de novembro, 1, 7 e 8 de dezembro a peça "Paragem da Esperança" de Isolda Brasil e encenação de António Braga.
Com Carla Soares, Natal Machado, Pedro Santos, Margarida Costa e Amélia Borges.
Luz e som Eduardo contente.


"Na dormência do mundo moderno, no seio de uma cidade impessoal, um espectador anónimo percorre a sua rotina diária na carreira nº 33, deixando que o torpor do autocarro lhe invada os pensamentos e o faça esquecer da sua inconsequente existência."

Apoio: Direção Regional da Cultura dos Açores e Rádio Clube de Angra

20/11/18

Teatro | Embarcação do Inferno | 1 de Dezembro | 21h30 | Teatro Micaelense



Comemoraram-se, entre 2016 e 2018, os 500 anos da primeira apresentação e da primeira publicação do “Auto de Moralidade da Embarcação do Inferno”, também conhecido como “Auto da Barca do Inferno”.

A Escola da Noite e o Cendrev - Centro Dramático de Évora celebram este momento fundador do Teatro português, convidando os espectadores a voltarem a olhar para a peça e a confrontarem-se com tudo o que ela continua a ter para nos oferecer, cinco séculos depois. No texto que escreveu para o programa do espetáculo, o consultor científico do projeto, José Augusto Cardoso Bernardes, salienta: “Pela mão qualificada, segura e inventiva da Escola da Noite e do Centro Dramático de Évora, ficamos em condições de problematizar temas de sempre: Morte e Vida, Mal e Bem, Ter e Poder. E, para tal, nem sequer precisamos de sair completamente do século XXI. Com os pés assentes no nosso tempo, bastará alongar o ouvido e apurar a visão para escutar a sensibilidade e a moral de um outro tempo que, afinal, não está ainda tão afastado de nós como pode parecer.”

Texto | Gil Vicente 
Encenação | António Augusto Barros e José Russo 
Interpretação | Ana Meira, Igor Lebreaud, Jorge Baião, José Russo, Maria João Robalo, Miguel Magalhães, Rosário Gonzaga, Rui Nuno, Sofia Lobo 
Figurinos e bonecos | Ana Rosa Assunção 
Cenografia | João Mendes Ribeiro e Luísa Bebiano 
Luz | António Rebocho 
Música | Luís Pedro Madeira 
Consultadoria científica | José Augusto Cardoso Bernardes
Coprodução | A Escola da Noite / Cendrev

SESSÃO ESCOLAS (por marcação) | 30 de novembro / 10h30 

Preço | €10 (descontos aplicáveis)
Duração | 60m (aprox.)
Classificação | m/12


24/10/18

Teatro | Teatro de Giz | Tempestade (de William Shakespeare) | 3 de Novembro | 21h30 | Teatro Faialense | Horta



uma nova Tempestade
está a caminho da ilha

uma Tempestade que tudo leva ao fundo
- de nós mesmos, criaturas humanas de toda a sorte
para que tudo o que importa renasça

A Tempestade, de William Shakespeare
com encenação de Francisco Braz
(a partir d'A Ilha Encantada, de Hélia Correia)

é um projecto do Teatro de Giz com a APADIF - Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial

estreia no próximo dia 3 de Novembro
às 21h30, no Teatro Faialense

Autoria do Cartaz: Tomás Melo

05/04/18

Teatro | "Mar me Quer" de Mia Couto | Alpendre - Grupo de Teatro | 6, 7, 13 e 14 de Abril | 21h30 | Sede do Alpendre | Terceira


Esta é uma estória sobre cada uma das meninas dos nossos olhos. Meninas com olhos cor de mar durante a noite, que se afogam no desejo de o olhar, que se despem da vida e despedem dos homens, deixando-os doidos, até à loucura de os apagar, ficando só o silêncio do mar.
Uma estória de ilhéus que sem nunca terem saído da ilha tem saudades de voltar, porque sempre viajaram no mar.
A estória de um homem que procura o perdão nos braços do pecado, e de um deus contemplativo.
É a estória de um pássaro que a todos nos acorda no sono da indiferença e com o seu canto nos promete uma vida melhor.
Resta-nos acreditar.
O invisível, e um campo de violetas.


Ficha técnica:
Autor: Mia Couto
Direção: Pedro Giestas
Elenco: Belarmino Ramos, Soraia Aguiar, Markus Trovão, Luís Cabral, Paula Andrade
Produção: Alpendre Grupo de Teatro
Luminotecnia e Sonoplastia: Pedro Santos


08/03/18

Teatro | Associação de Artes Rítmicas e Expressivas Galáxia | 10 de Março | 15h00 | Claustro do edifício de São Francisco | Museu de Angra do Heroísmo





Durante a tarde, pelas 15h00, terá lugar no claustro do edifício de São Francisco, uma exibição da Associação de Artes Rítmicas e Expressivas Galáxia, no âmbito de lançamento do livro Bruxas em Quarentena de Flávia Medeiros, pelas 15h00. A entrada decorre em regime de livre acesso.

06/03/18

Teatro | “Oficina de Escrita para Teatro” | Março e Maio | Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro | Angra do Heroísmo

“Oficina de Escrita para Teatro”

Data: 22 a 24 de março e 26 a 29 de maio
Hora: março | 22 e 23 – 17h às 19h | 24 – 10h às 13h
           maio | 26 – 10h às 13h | 28 e 29 – 17h às 19h
Local: Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro
Público-alvo: Público em geral a partir dos 16 anos

A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro promove uma Oficina de Escrita para Teatro em dois módulos, nos meses de março e maio, destinada ao público geral a partir dos 16 anos, num total de 14 horas.
No primeiro módulo, de 22 a 24 de março, a cargo do formador Ricardo Ávila, os participantes serão convidados à improvisação de dramaturgias estritamente visuais, a partir de um conjunto de jogos de improviso, contatando em paralelo com uma rotina corporal do domínio da mímica (teatro físico), para enriquecer o jogo do ator.
No segundo módulo, de 26 a 29 de maio, dará continuidade ao trabalho o dramaturgo Peter Cann, transmitindo alguns dos princípios e técnicas da escrita para teatro através de exercícios práticos a partir das narrativas emergentes no módulo I.
Esta oficina inscreve-se num conjunto alargado de formações que terão lugar ao longo do ano na Biblioteca Luís da Silva Ribeiro, no âmbito do Projeto “Mentirosos Compulsivos: oficinas para jovens criativos”.
A participação é gratuita mas condicionada a um limite de 10 vagas e à seleção do coletivo, que terá em conta a carta de motivação dos interessados, a enviar até dia 20 de março para ricardo.ne.avila@azores.gov.pt.

Ricardo Ávila natural da ilha Terceira, narrador, mediador de leitura e ator, licenciou-se em Educação de Infância na Universidade dos Açores, em 2006, e concluiu mestrado em teatro, no ramo de ator-marionetista, na Universidade de Évora em 2012. Tem-se dedicado à narração de contos de tradição portuguesa e participado em várias formações nesta área, nomeadamente no Festival “Palavras Andarilhas” pela Biblioteca José Saramago.
Presentemente ao serviço da Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, é responsável por diversas atividades de promoção da leitura e mediação leitora, numa perspetiva de trabalho de continuidade em articulação com a escola e a comunidade.

Peter Cann é encenador, libretista, dramaturgo e docente do curso de Teatro na Universidade de Wolverhampton.
O seu trabalho tem sido produzido por companhias como: Isango Ensemble, da África do Sul, Birmingham Rep, Shared Experience, Ópera Nacional de Gales, BBC Radio 4, Channel 4 Television, The Resurrectioniste, The Theatre Royal Northampton.
Foi Diretor Artístico do Pentabus Theatre, de 1985 a 1989. Tem colaborado com o Teatro da Serra do Montemuro, em Portugal, em numerosos projetos, incluindo: “Memórias Partilhadas” (uma co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II e atualmente em digressão por Portugal), “Pertencia”, “Louco na Serra”, “A Taberna”, “Alminhas”, “O Canto da Cepa”, “Enclave”, “Estrada Nacional” “Caídos do Céu” e, mais recentemente, " 4 Clowns of the Apocalypse".

26/02/18

Teatro | Howard Barker – “um sem-abrigo no Teatro Britânico” | 3 de Março | 18h30 | Casa do Chá | Horta


Sim, vivo nas margens. Mas é nas margens que as coisas mais interessantes acontecem, obviamente.

~ ~ ~
2018 é um número especial para o Teatro de Giz: fazemos 20 anos (vinte!, caramba…)!
Vinte anos a criar, a resistir, a transformar, a renovar esse “acto de fé nos seres humanos” que é o Teatro; vinte anos “a rir e a chorar com a própria sombra”.
Estes 20 anos merecem o nosso aplauso! – nosso, da comunidade desta ilha que faz as coisas do teatro e da cultura acontecerem e da que está do outro lado do palco, diante do espelho , uns e outros actores daqueles momentos inesquecíveis e sublimes em que nos confrontamos (e confortamos),  enfrentamos e encontramos.
Viva o Teatro de Giz!
Ao longo deste ano teremos várias ocasiões para nos congratularmos. A primeira é já no próximo fim-de-semana, naquela que será também a 1ª parte do programa do 3º Aniversário do Novo Grémio Literário Faialense – projecto fecundo do Teatro de Giz.
O Grémio Remixed 3 aventura-se novamente nos quartos escuros e trágicos do teatro de Howard Barker – “um sem-abrigo no Teatro Britânico”, como eloquentemente o designou o Público, numa reportagem publicada em 2006.
Desta vez não vamos sós mas com outra de nós, que conhece o trabalho de Howard Barker por dentro.
Maria do Céu Ribeiro, actriz e fundadora d’As Boas Raparigas – companhia de teatro do Porto que é a “casa” portuguesa do enfant terrible da dramaturgia britânica – recebeu em 2013 o prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para Melhor Actriz de Teatro pela sua interpretação de Strassa, a mais impiedosa e cortante das quatro princesas que no texto “Devagar”, de Howard Barker, debatem o seu destino enquanto os bárbaros se aproximam do palácio da cultura decadente
Com ela vamos conhecer melhor o Teatro da Catástrofe de um autor que vive nas margens e explora os extremos da experiência humana, numa conversa aberta à curiosidade de todos quantos queriam juntar-se à tertúlia, no próximo Sábado, 3 de Março, pelas 18h30, na CASA de Chá.
Na ocasião recordaremos ainda a leitura dramatizada d’O Êxtase do Tecelão Face à Descoberta de Uma Nova Cor - texto de Barker cuja leitura o Teatro de Giz dramatizou e apresentou na festa do 1º Aniversário do Novo Grémio, em 2016 -, desta vez em registo de vídeo que se julgava perdido.
Até Sábado!

26/10/17

Literatura | Teatro | Sessão Especial do Novo Grémio, com Cândida Pinto | 27 de Outubro | 21h00 | Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça | Horta




Na mensagem da Sociedade Portuguesa de Autores para o Dia Mundial do Teatro (27 de Março) de 2017, o encenador e cenógrafo João Brites escreveu, “para ti que nunca vens ao teatro”:



Acredita que mesmo nos períodos mais horríveis, sujeitos a bombardeamentos ou a perseguições, poder-nos-ás encontrar, como sempre tem acontecido, nas catacumbas das cidades, nas caves dos prédios destruídos ou refugiados nas montanhas mais inóspitas, escondidos nas suas cavernas. Mesmo isolados ou prisioneiros continuaremos a observar a nossa sombra e com ela a aprender a ler e a compreender o que ela tem para nos ensinar.



Inspirado pela inabalável capacidade de resistência do Teatro e pela sua permanente luta pela paz e pela liberdade, o Teatro de Giz insiste no seu papel provocatório e promove novamente um espaço de reflexão sobre os assuntos mais inóspitos dos nossos dias: os conflitos bélicos no médio oriente e a crise dos refugiados.



Para nos ajudar a ver e a perceber melhor estes problemas e as suas implicações, convocámos o teatro - pois claro - e ojornalismo, para uma Sessão Especial do Novo Grémio.



Migrantes, do dramaturgo romeno Matei Visniec, é um texto sobre a catástrofe dos refugiados que servirá, a excertos, para enquadrar o testemunho ao vivo e a conversa na primeira pessoa com Cândida Pinto, jornalista da SIC que quase todos os dias nos entra pelas casas dentro com um cenário de guerra em segundo plano.



É já na próxima sexta-feira, 27 de Outubro, às 21h00, na Biblioteca Pública da Horta, com entrada livre e muito bem-vinda.





Cândida Pinto é jornalista da SIC desde o início da estação e também coordenadora do programa Grande Reportagem. Já foi directora da SIC Noticias (2001-2003) e fez parte da direcção do Expresso (2005-2008). Como repórter esteve nos últimos 20 anos em diversos palcos de conflitos, catástrofes ou momentos eleitorais – Afeganistão, Angola, Iraque, Líbia, Georgia, Kosovo, Líbano, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Ucrânia, Haiti, Paquistão, Rússia, fronteira Síria-Turquia, Alemanha, França, Reino Unido, etc. Esteve também em reportagem no Pólo Norte e na Antártida. Recebeu vários prémios de jornalismo nacionais e internacionais.



Matei Visniec destacou-se na paisagem literária da Roménia dos anos 80. A sua obra foi proibida pelo regime de Ceausescu em 1987 e exilou-se em França. Trabalha como jornalista para a Radio France Internationale. Tem mais de 30 peças editadas e já foi representado em países como Itália, Grã-Bretanha, Polónia, Turquia, Suécia, Alemanha, Israel, Estados Unidos Canadá, Japão, Brasil e Protugal. É o autor dramático vivo mais representado na Roménia. Como repórter, teve acesso aos campos de refugiados de Calais e das ilhas gregas, dando-lhes voz em Migrantes.

29/08/17

Teatro | Arte | "Mar e Arte" | Inscrições abertas | OMA - Observatório do Mar dos Açores | Horta Faial



No OMA acreditamos no poder transformador do teatro e vimos lançar-vos o desafio para participarem na nossa Semana do Teatro Fórum Marinho.

Durante uma semana trabalharemos com a metodologia do Teatro Fórum, uma forma de teatro criada pelo dramaturgo, actor, director e pedagogo brasileiro Augusto Boal na década de 1960. Neste tipo de teatro é exposto um problema que afecta a comunidade e o meio ambiente. Este problema toma a forma dum guião e depois de peça teatral, através da criação colectiva feita pelos actores.

Ao longo desta semana vamos fazer jogos teatrais e exercícios que irão aumentar o controle e conhecimento do nosso próprio corpo, os nossos movimentos corporais, a nossa expressividade e trabalharemos com a nossa capacidade crítica para a criação colectiva da peça.

Finalmente, faremos uma apresentação da obra ao público, no sábado 9 de Setembro, para a qual todos estão convidados.

Nesse dia, a peça criada pelos participantes da Semana de Teatro Fórum Marinho será representada, terminando o desempenho com o convite ao público para se tornar "espect-actor" envolvendo-os na busca de soluções e criando um debate sobre a questão tratada na obra.
As inscrições estão abertas até dia 31 de Agosto, mas temos um número de vagas limitado a 15 participantes!

28/08/17

Representação | Teatro | "Amor de Verão" | Teatro de Giz | 1,2,3 e 8 de Setembro | Horta | Faial







Um teatro para todos, profundo, poético e provocador, que vai ao encontro das populações, instala-se nas suas praças, jardins, eiras e beiras, e celebra a vida nas festas e arraiais das comunidades.

Eis a inspiração de Amor de Verão, um projecto do Teatro de Giz que prolonga as alegrias do Verão nos braços da deusa Calipso - uma tenda de campismo familiar dos anos 80, transformada em espaço cénico itinerante.

Para a viagem inaugural de Calipso, o Teatro de Giz escolheu o tema do amor na obra do dramaturgo inglês William Shakespeare – o bardo. Quisemos, assim, realçar a importância da partilha do amor nestes tempos de guerra em que vivemos e, ao mesmo tempo, proporcionar o contacto dos faialenses com a obra de um autor essencial do teatro moderno, de uma forma livre e surpreendente.​

Calipso acolhe grupos de 15-20 pessoas de cada vez que, juntas, num espaço de intimidade entre si e com o teatro, assistem às cenas que se desenrolam aos seus pés, quase no seu colo, num ambiente de cumplicidade que transforma estes micro-espectáculos de teatro em momentos mágicos.

Ao final, o conjunto de cenas de AMOR DE VERÃO perfaz um espectáculo de aproximadamente uma hora. Cada grupo de pessoas que assiste a uma determinada cena dá lugar ao público que se encontrar no exterior da tenda à espera de entrar, o qual, por sua vez, assistirá à cena seguinte - e assim sucessivamente. Quem desejar assistir a outra(s) cena(s) pode esperar uma nova rodada da mesma sessão ou ir ao encontro de Calipso, numa das outras sessões anunciadas.


DATAS E LOCAIS ONDE CALIPSO ASSENTA ARRAIAIS

1 de Setembro – Largo do Infante: das 18h às 19h e das 21h às 22h (estreia)

2 de Setembro – Largo do Infante: das 11h às 13h

2 de Setembro – Festas do Varadouro: das 19h às 21h

3 de Setembro – Festas do Varadouro: das 19h às 21h

8 de Setembro – Festa de N. Sra. da Penha de França, Cerca da Fajã: das 21h às 22h00


AS CENAS E OS ACTORES

Notícias de Shakespeare - Renata Lima e Susana Salema

Loucura no Castelo – Inspirada em Macbeth - Ana Sequeira, Susana Salema e Tiago Redondo

O Nosso Sonho – Inspirada em Sonho de Uma noite de Verão - Ana Sequeira e Isabel Areosa

Romeu – Inspirada em Romeu e Julieta  - Ana Sequeira, Isabel Areosa e Tiago Redondo

Solo Ana Sequeira – Inspirado na personagem Ofélia, de Hamlet

Solo Isabel Areosa – Inspirado na personagem Ariel, de A Tempestade


ENCENAÇÃO:

Graeme Pulleyn e Patrick Murys
(da equipa do Teatro Mais Pequeno do Mundo)

06/07/17

Música | Teatro | "Baterias ao Luar" | 8 de Julho | 20h30 | Reserva Florestal de Recreio do Monte Brasil | Angra do Heroísmo



A Direção Regional da Cultura, através do Museu de Angra do Heroísmo, e a Direção Regional dos Recursos Florestais promovem a 8 de julho, sábado, na Reserva Florestal de Recreio do Monte Brasil, a terceira edição do evento “Baterias ao Luar”, propiciando uma experiência singular que concilia a beleza natural facultada pela vivência noturna daquele espaço, habitualmente interdito à noite, com ações culturais que, este ano, incluem a apresentação do espetáculo "Os Amores Encardidos de Padi e Balbina: uma Dúbia Estória do Revenge", no antigo paiol do Pico das Cruzinhas, e um momento musical a cargo do Dj K7, além da abertura das baterias antiaéreas posicionadas no Pico das Cruzinhas. Tal atividade decorre no âmbito do Programa de Conservação das Peças de Artilharia do MAH expostas naquele local, contando com a colaboração da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e do Regimento de Guarnição N.º 1.

O programa inicia-se pelas 20h30 com a abertura das baterias-antiaéreas do Pico das Cruzinhas. Pelas 21h00, os Cães do Mar levam à cena, no paiol do Pico das Cruzinhas, uma comédia irreverente inspirada no naufrágio de uma célebre embarcação corsária inglesa, na costa da Terceira, nos finais do século XVI, dando voz a uma série de histórias de aventuras e desventuras, próximas da tradição oral, mantendo, embora, relações com a realidade.

O acesso em automóvel estará condicionado aos lugares existente nos parques superiores, pelo que se recomenda a utilização dos autocarros que estarão disponíveis a todos os que queiram aceder ao Pico das Cruzinhas por essa via, a partir das 20h00, à entrada da Porta de Armas do Regimento. De forma a transformar esta noite numa vivência única daquela reserva natural, recomenda-se que os participantes tragam uma merenda, agasalhos e também uma lanterna, de forma a fazer-se uma ceia coletiva ao luar, disfrutando do maravilhoso espetáculo facultado pela visão noturna da cidade de Angra do Heroísmo. A animação musical no Pico das Cruzinhas terá início pelas 22h00.

29/06/17

Teatro | Oficina de Teatro de Sombras | 4 a 7 Julho | Museu de Angra do Heroísmo | Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro | Angra do Heroísmo


Museu de Angra do Heroísmo, em colaboração com a Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, promove, de 4 a 7 de julho, uma oficina de teatro de sombras em que se fará a abordagem de rimanços tradicionais portugueses.

Tal oficina terá como monitora Sílvia Fagundes e destina-se a 15 crianças e jovens com idades compreendidas entre os 7 e os 15 anos.

A participação é gratuita, mas dependente de inscrição prévia através do mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt ou do telefone 295 240 800.

Para mais informações, agradece-se a leitura do cartaz anexo.
 

28/03/17

Teatro | Oficina "Mar e Arte" | Semana do Teatro Fórum Marinho | Inscrições até 29 de Março | OMA - Observatório do Mar dos Açores




No OMA acreditamos no poder transformador do teatro e vimos lançar-vos o desafio para participarem na nossa Semana do Teatro Fórum Marinho.


Durante uma semana trabalharemos com a metodologia do Teatro Fórum, uma forma de teatro criada pelo dramaturgo, actor, director e pedagogo brasileiro Augusto Boal na década de 1960. Neste tipo de teatro é exposto um problema que afecta a comunidade e o meio ambiente. Este problema toma a forma dum guião e depois de peça teatral, através da criação colectiva feita pelos actores.


 Ao longo desta semana vamos fazer jogos teatrais e exercícios que irão aumentar o controle e conhecimento do nosso próprio corpo, os nossos movimentos corporais, a nossa expressividade e trabalharemos com a nossa capacidade crítica para a criação colectiva da peça.


 Finalmente, faremos uma apresentação da obra ao público, no sábado 08 de Abril, para a qual todos estão convidados.


Nesse dia, a peça criada pelos participantes da Semana de Teatro Fórum Marinho será representada, terminando o desempenho com o convite ao público para se tornar "espect-actor" envolvendo-os na busca de soluções e criando um debate sobre a questão tratada na obra.


 As inscrições estão abertas até dia 29 de Março, mas temos um número de vagas limitado a 15 participantes!