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09/03/18

Visita ao Arquivo | “Dia Aberto do Arquivo” - Visita guiada por Fátima Simão | 16 de Março | Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro

 
“Dia Aberto do Arquivo”
- Visita guiada por Fátima Simão -
 
Data: 16 de março
Hora: das 9:00 às 19:00
Local: Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro
Público-alvo: População escolar e público em geral
Mediante inscrição prévia (295 401 000)

Com o propósito de divulgar o importante trabalho que acontece no âmbito do Arquivo Regional, a Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro promove uma visita guiada, pela técnica Fátima Simão, aos documentos e aos serviços prestados pelo Arquivo. Desta visita constam a apresentação de um filme com a duração de 5 minutos sobre as funcionalidades do Arquivo, uma visita ao open space de Arquivo, à digitalização e aos depósitos, e também à área expurgo e à de encadernação.

Fátima Conceição Morais Simão é Assistente Técnica de Arquivo, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro.
Tem uma Licenciatura em Ciências da Informação e Documentação, com Pós-graduação em Estudos de Património.

08/03/18

Cinema | Dia Internacional da Mulher, "Mulheres do Mar" e “AMA-SAN” | 8 de Março | 21h00 | Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça | Faial


Quinta-Feira 8 de Março
no Dia Internacional da Mulher temos cinema às 21:00 na Biblioteca!!!


Sessão "Mulheres do Mar":
O primeiro filme consiste na estreia internacional em simultâneo da curta-metragem “AMA” de Julie Gautier, apneista, performer e realizadora. “Ama utiliza a graciosidade como vector de emoção, não há palavras, só movimentos.” Esta curta será exibida pela primeira vez e em simultâneo em 42 locais em redor do globo, desde a Nova Caledónia ao Havai, no dia 8 de Março.

O segundo filme, “AMA-SAN”, da realizadora portuguesa Cláudia Varejão, é um documentário sobre as pescadoras de pérolas japonesas: "Mulheres do mar que na cultura japonesa ocupam um lugar especial, sendo reverenciadas e ao mesmo tempo, incompreendidas. As Ama-San conquistaram o estatuto de colectoras e cuidadoras, questionando não só o papel da mulher na sociedade oriental como a própria natureza feminina."

Os dois filmes, sem nenhuma ligação directa entre si, partilham nos seus títulos o termo “AMA” que em japonês significa “mulher do mar”. O Observatório do Mar dos Açores programa assim para esta noite duas obras artísticas feitas por mulheres e que versam sobre a realidade feminina e as diversas ligações que esta podem ter com o mar, desde a própria subsistência a uma ligação mais afectiva e poética. A sessão conta com a parceria da Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça e da Associação Cultural Fazendo.

26/10/17

Literatura | Teatro | Sessão Especial do Novo Grémio, com Cândida Pinto | 27 de Outubro | 21h00 | Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça | Horta




Na mensagem da Sociedade Portuguesa de Autores para o Dia Mundial do Teatro (27 de Março) de 2017, o encenador e cenógrafo João Brites escreveu, “para ti que nunca vens ao teatro”:



Acredita que mesmo nos períodos mais horríveis, sujeitos a bombardeamentos ou a perseguições, poder-nos-ás encontrar, como sempre tem acontecido, nas catacumbas das cidades, nas caves dos prédios destruídos ou refugiados nas montanhas mais inóspitas, escondidos nas suas cavernas. Mesmo isolados ou prisioneiros continuaremos a observar a nossa sombra e com ela a aprender a ler e a compreender o que ela tem para nos ensinar.



Inspirado pela inabalável capacidade de resistência do Teatro e pela sua permanente luta pela paz e pela liberdade, o Teatro de Giz insiste no seu papel provocatório e promove novamente um espaço de reflexão sobre os assuntos mais inóspitos dos nossos dias: os conflitos bélicos no médio oriente e a crise dos refugiados.



Para nos ajudar a ver e a perceber melhor estes problemas e as suas implicações, convocámos o teatro - pois claro - e ojornalismo, para uma Sessão Especial do Novo Grémio.



Migrantes, do dramaturgo romeno Matei Visniec, é um texto sobre a catástrofe dos refugiados que servirá, a excertos, para enquadrar o testemunho ao vivo e a conversa na primeira pessoa com Cândida Pinto, jornalista da SIC que quase todos os dias nos entra pelas casas dentro com um cenário de guerra em segundo plano.



É já na próxima sexta-feira, 27 de Outubro, às 21h00, na Biblioteca Pública da Horta, com entrada livre e muito bem-vinda.





Cândida Pinto é jornalista da SIC desde o início da estação e também coordenadora do programa Grande Reportagem. Já foi directora da SIC Noticias (2001-2003) e fez parte da direcção do Expresso (2005-2008). Como repórter esteve nos últimos 20 anos em diversos palcos de conflitos, catástrofes ou momentos eleitorais – Afeganistão, Angola, Iraque, Líbia, Georgia, Kosovo, Líbano, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Ucrânia, Haiti, Paquistão, Rússia, fronteira Síria-Turquia, Alemanha, França, Reino Unido, etc. Esteve também em reportagem no Pólo Norte e na Antártida. Recebeu vários prémios de jornalismo nacionais e internacionais.



Matei Visniec destacou-se na paisagem literária da Roménia dos anos 80. A sua obra foi proibida pelo regime de Ceausescu em 1987 e exilou-se em França. Trabalha como jornalista para a Radio France Internationale. Tem mais de 30 peças editadas e já foi representado em países como Itália, Grã-Bretanha, Polónia, Turquia, Suécia, Alemanha, Israel, Estados Unidos Canadá, Japão, Brasil e Protugal. É o autor dramático vivo mais representado na Roménia. Como repórter, teve acesso aos campos de refugiados de Calais e das ilhas gregas, dando-lhes voz em Migrantes.

01/06/17

Exposição | Ilustração | “Exposição de Ilustrações” de Raquel Vila Arisa | 2 de Junho | 18h00 | Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça | Horta | Faial




“Exposição de Ilustrações” de Raquel Vila Arisa

Sala de Exposições da Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça

2 de junho às 18h

Raquel Vila Arisa de origem espanhola cresceu em Manlleu - cidade catalã onde há mais porcos que pessoas. Atualmente frui dos seus 27 anos enquanto trabalha como designer no Parque Natural da Ilha do Faial.

Desde criança que os seus companheiros de viagem foram o caderno e o lápis, que a seguiram até à Escola Massana, em Barcelona, onde se licenciou em Arte e Desenho, e se especializou em ilustração.

Com uma grande sede de viajar e seduzida pelo exotismo do gelo frequentou o Programa Erasmus em Riga, na Letónia. Terminada a licenciatura, saiu de Barcelona para se fixar em Estrasburgo, França, e foi lá, em terras fronteiriças, que consolidou a sua identidade criativa com o livro nunca acabado «les pronominaux».

Quem sabe se por casualidade ou por querer molhar os pés no Atlântico, chegou aos Açores em 2015 graças ao Programa Eurodisseia, para estagiar no Jornal Fazendo.

Esta exposição reúne algumas das ilustrações realizadas nessa altura, assim como a série “O guru do tempo” - 12 ilustrações que já foram apresentadas na Galeria Re.Act da Ilha Terceira.

Acabado o estágio, Gabriela Silva, escritora da Ilha das Flores, convidou Raquel para ilustrar dois livros: “Natal em Mindfulness” e a “Magia dos Encontros”, ambos publicados pela editorial “Mahatma”. Paralelamente à sua vida académica, e à distância, Raquel Vila Arisa é membro de “Morir de Frío”, um coletivo de cinco membros que se dedica a escrever sobre arte e cultura contemporâneas, ao mesmo tempo que participa em vários projetos culturais como gestor e curador de exposições e de artistas.


22/03/17

Cinema | 3ª Sessão do Cine'Eco de Seia | 23 de Março | 21h00 | Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça (BPARJJG) | Faial




3ª sessão do Festival Cine’Eco|Seia no Faial


Numa iniciativa conjunta do Observatório do Mar dos Açores (OMA) e do Festival Cine’Eco|Seia, com a colaboração da Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça (BPARJJG), tem lugar no próximo dia 23 de Março, às 21:00H, mais uma sessão da Extensão Açores deste Festival. A terceira sessão será constituída por 2 filmes, uma curta-metragem e a longa-metragem que foi distinguida com o Prémio de Educação Ambiental.


Homem Eléctrico (Hombre Electrico), de Alvaro Muñoz, (Chile), 2016, 17’30’’

Numa pequena cidade desértica, onde as miragens parecem ganhar vida, vivem Gaston e a sua mãe Fresia. São personagens solitárias dentro de uma comunidade que parece que está fora do tempo, sensíveis às memórias de um passado esquecido, onde vozes, sons e gestos revelam a magia de um mundo nostálgico, que se abre no movimento das rodas de uma bicicleta.

In a little desertic town, where mirages seem to come alive, Gaston and his mother Fresia, live. Lonely characters within a community that looks like it's out of time, liable to the memories of a forgotten past, where voices, sounds and gestures reveal the magic of a nostalgic world, that opens at the turn of a bicycle's wheels.



O Normal É Mais Que Um Filme (Normal Is Over The Movie), de Renee Scheltema (África do Sul), 93 minutos

A premiada cineasta Renée Scheltema realizou um grande retrato do que está acontecer com o planeta através de um ponto de vista ambiental. Este filme mostra-nos as causas e sintomas, e investiga uma variedade de SOLUÇÕES para inverter o declínio global.

https://www.youtube.com/watch?v=4whQ7nA-GLc

The awarded filmmaker Renée Scheltema made the picture of what’s happening to the planet through an environmental point of view. This film shows the causes and symptoms, and investigates a variety of SOLUTIONS to reverse global decline.


Legendados em Português, estes filmes/documentários constituem a terceira sessão da extensão do Festival Cine’Eco|Seia aos Açores, onde serão, para além do Faial, exibidos também na Terceira e em São Miguel.