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16/11/16
08/11/16
02/11/16
Cinema | AMOSTRAM´ISSE | 3ª Edição | Terceira | 4 a 6 de Novembro | 21h00 | Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo
Volta a contar com o apoio do Governo dos Açores, através da Direção Regional da Cultura, assim como uma fundamental parceria com a Azores Airlines, e ainda a colaboração de várias entidades que recebem o evento, como neste caso da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo.
Apresenta-se então o evento ao público terceirense, em três sessões a 4, 5 e 6 de Novembro (sexta, sábado e domingo próximo), no Centro Cultural e de Congressos, pelas 21h00, com um conjunto de curtas e longas-metragens na área da ficção, animação e documentário.
A Associação Cultural Burra de Milho fortalece desta forma a aposta que tem vindo a fazer no cinema e na promoção dos criadores dos Açores, uma vez que a formação de novos públicos e a oferta variada de cinema é uma necessidade premente para o desenvolvimento cultural dos jovens açorianos, assim como para a preservação da nossa identidade cultural por todo o mundo.
10/10/16
Cinema | Mostra | Amostram´isse 2016 - Mostra de Cinema dos Açores - 3ª Edição | 15 de Outubro | Teatro Faialense | Faial
Programação | Teatro Faialense | 15 Outubro | 17h00
Eu (Sara Azad, ANI, 2015, 4')
“História sobre um menino que é apanhado no meio de uma revolução no seu país e decide fugir dela.”
Sara Azad nasceu em 1990, Ponta Delgada, Açores. Estudou Design de Comunicação e Produção Audiovisual (2008-2011) e Comunicação Audiovisual, com especificação em Cinema Documental (2012-2014), no Porto. Tem grande interesse pelo documental e também pela animação, pelo que pretende explorar nos seus projetos pessoais estas duas áreas em conjunto.
(IM)PERMANÊNCIA (Luísa Borges, 2014, FIC, 9'30'')
Uma abordagem à inevitabilidade do inconstante em tudo: nas peles das paredes da casa vivida, habitada ou abandonada; na pele de um corpo amado, vivido ou esquecido; no tempo; nas estações; nas relações… A vivencia da perda… A dicotomia entre a luta desenfreada e inútil por agarrar o que segue o seu curso natural e uma inabalável esperança, uma busca de sentido, de plenitude numa tentativa de resgate da (im)perfeição do que é ser Humano.
CÓDIGO POSTAL: A2053N (Pepe Brix, 2015, DOC, Portugal, 19')
Curta-metragem do fotógrafo e realizador mariense, Pepe Brix, num registo documental em imagens sobre a sua presença curiosa e observadora durante quatro meses no navio "Joana Princesa", uma embarcação da pesca do bacalhau. O resultado desta sua dedicação e sensibilidade é o encontro com a mais profunda humanidade destes homens em crescendo de sacrifício e esforço. Pepe Brix traduz em imagens essa mesma dor em comunhão, a sua mais funda contemplação de seres em pleno ato de entrega ao seu labor. Ainda que em forma de "teaser" promocional, "CÓDIGO POSTAL-A2053N" é um fresco tocado pela contemplação de uma longa jornada com homens no mar, atraído pela vida a bordo dos bacalhoeiros nos mares do norte, o seu primitivo confronto com essa força da natureza: o mar.
O Desvio de Meternich (Tiago Melo Bento, 2014, FIC, Portugal, 16')
Dois criados nativos da ilha e um conde, que acompanha Leopoldina desde a Áustria, e que neste imaginário representa a obrigação política do casamento, entre a Casa de Bragança e os Habsburgos, levam-na através de descampados ou de mata densa para uma fonte da fertilidade que supostamente existia nesta ilha. Leopoldina vai narrando alguns acontecimentos na sua vida até à sua morte, numa viagem a cruzar o Atlântico a fim de se encontrar com Pedro IV (I do Brasil). A meio da viagem é levada a uma fonte de fertilidade situada numa ilha a meio do Atlântico.
Programação | Teatro Faialense | 15 Outubro | 21h30
Unnatural Selection (André Matos, 2014, ANI, Portugal/Alemanha, 3'50'')
Curta-metragem de cariz ativista e ambiental, que junta o sentimento das sete artes com uma narrativa muito emocional. Revela que as questões mais cruéis da humanidade não irão acontecer daqui a milhares de anos, mas estão de facto a acontecer agora, enquanto está a ler este texto.
“Prometi a mim mesmo que quando este dia chegasse gostaria de compartilhá-lo com o mundo, rezando ainda estar a tempo de poder fazer o Planeta Terra um lugar melhor para todas as espécies ... Eu sei que estou atrasado, mas é melhor tarde do que nunca.”
Tempos de Bairro (Sara Azad, 2014, DOC, Portugal, 18')
O filme explora o desaparecimento de um hábito infantil que era comum em gerações anteriores. Baseado nas memórias de uma infância pessoal, o documentário mostra um período de outrora onde as brincadeiras de rua formavam a paisagem de um bairro.
Como tal, faz-se a revisitação de um passado e relata-se a experiencia de um lugar.
Raimundo (Paulo Abreu e João da Ponte, 2015, FIC, Portugal, 28')
Uma pequena equipa de estudantes de cinema vai aos Açores durante uma semana acompanhar o trabalho de Raimundo Bicudo, um polémico realizador de S. Miguel.
Há quem acredite em extraterrestres. Paulo Abreu aproveita a deixa e pega em alguns dos mitos já ligados ao arquipélago dos Açores, apoiando-se nos relatos de tripulações desaparecidas, na ideia de universos paralelos e da presença de OVNIS, que vivem - pelo menos - no imaginário de muitos - de Raimundo Bicudo, por exemplo. Deambulamos entre a realidade e a ficção - a segunda parece predominar sobre a primeira -, desfrutamos de bonitos planos de São Miguel e de um trabalho sonoro cheio de jogos - que adensam o ambiente misterioso e irónico. A dúvida, essa, fica no ar…
05/10/15
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