Mostrar mensagens com a etiqueta 9500 Cineclube. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 9500 Cineclube. Mostrar todas as mensagens
21/02/18
Cinema | Curtas á Quarta No Arco 8 | 21 de fevereiro | 21h30 | Galeria Arco 8 | Ponta Delgada
PROGRAMA
SINTOMA DE AUSÊNCIA de Carlos Melim
15 minutos, 2015
Confrontada com uma má disposição súbita, Isabel decide despistar a hipótese de uma gravidez inesperada através de um teste barato comprado numa farmácia. O resultado é pouco claro, insuficiente para ter alguma certeza. Sem esperança de revêr o antigo companheiro, sendo que pode estar grávida ou doente, Isabel mergulha num vazio de solidão e desespero, confiando exclusivamente em Rita, a sua amiga mais chegada.
_
MARASMO de Gonçalo Loureiro
15 minutos, 2015
José é um camionista de longo curso. Forçado pelo trabalho, vai-se afastando dos elementos da sua família até ao ponto em que só sente indiferença por eles.
_
TU de Hugo Pinto
10 minutos, 2016
“Tu” é uma história de amor, que acontece no momento em que a última coisa que queres é apaixonar-te, e no entanto apaixonar-te pode ser tudo o que precisas para continuar a viver.
_
CEDRIM de Diogo Vale
17 minutos, 2017
_
Ouvimos foguetes, mas o tom não é de festa. Numa pequena aldeia, encontram-se um rapaz e uma rapariga. Ela é de lá, ele é da cidade. Vão velar a morte de alguém, ao mesmo tempo que a aldeia celebra a vida. O rapaz é introspetivo, enquanto a longa viagem nos revela a sua solidão: como ele depois dirá "hoje é o dia da troca", deixa o pai e fica com a mãe. As imagens impressivas que ele vê da janela do carro são um espelho da sua confusão. A rapariga, por outro lado, tem uma rebeldia do campo: mostra-se mais empática, até explicativa. É com ela que entramos numa liberdade campestre: os dois acabam a brincar pelas árvores, simulando uma amizade sem limites. Mas ao final do dia, ele voltará para a cidade, ela continuará ali.
_
ALFAIÃO de André Almeida Rodrigues
13 minutos, 2017
No campo pintado de branco pela geada, os pássaros cantam enquanto ludibriam o caçador que se aquece nos primeiros raios solares. Na lareira, a madeira crepita no fogo e aquece o idoso que faz a sesta na companhia do seu gato. Estamos na aldeia, onde há sempre muito calor apesar do frio e de a chuva cair de vez em quando. Esta aldeia é Alfaião.
_
CARGA de Luis Campos
15 minutos, 2017
Numa pequena vila piscatória, dois rapazes são forçados a tomar parte activa no tráfico de substâncias ilícitas.
Quando o mais velho prepara um plano de fuga, o mais novo vê-se obrigado a lidar com as adversidades de ser deixado para trás.
17/01/18
Cinema | "As Vinhas da Ira de John Ford" | 20 de Janeiro | 23h30 | Teatro Micaelense | Ponta Delgada
Após uma estadia na prisão por homicídio involuntário, Tom Joad regressa a casa e encontra a propriedade da sua família destruída pelas condições climatéricas e pela ganância dos bancos. Com fracas possibilidades de conseguir trabalho, toda a família faz as malas e parte para a terra prometida: a Califórnia. Mas, a árdua viagem e as rigorosas condições de vida que encontram dão-lhes pouca esperança e manter a família unida torna-se um dos maiores desafios que têm de enfrentar.
Título original | The Grapes of Wrath
Realização | John Ford
Com | Henry Fonda, John Carradine, John Darwell
Género | Drama
Classificação | M/12
Outros dados | EUA, 1940, 129m
O ciclo de cinema O Filme da Minha Vida é uma parceria entre o Teatro Micaelense e o 9500 Cineclube. Desde 2014, tem sido lançado o repto a várias personalidades, convidando-as a partilharem com o público o filme que conseguem destacar e que, por uma razão ou por outra, as tenha marcado.
Emanuel Macedo nasceu a 24 de Dezembro de 1952 em Vila Franca do Campo, em São Miguel, e concluiu o curso da Escola Superior de Cinema (1975/78). Foi fotógrafo de cena no filme “A ilha dos Amores” de Paulo Rocha e realizador de “O barco encantado”, inserido na série "Contos Tradicionais Portugueses", uma encomenda da RTP 2. Foi coargumentista da série "Xailes Negros" com José Medeiros e da série "O Barco e o Sonho" com José Medeiros e António Melo Sousa. Escreveu o argumento e realizou “O Diabólico Plano do Barão Vozof” (ficção), “Ecos de Antero” (documentário ficcionado) e o documentário “Corre, Emanuel, Corre”, a partir de uma exposição/instalação de Maria Emanuel Albergaria. Produziu a série televisiva “Gente Feliz com Lágrimas" e o filme “Anthero - o Palácio da Ventura”, de José Medeiros.
Preço | €3.5 (descontos aplicáveis; €2 sócios 9500 CINECLUBE)
25/08/16
20/03/15
Cinema | Festival Cine’Eco de Seia | Extensão Terceira | 12 de Março a 14 de Maio de 2015 | Angra do Heroísmo
Entre 12 de março e 14 de maio será apresentada na Terceira
uma extensão do Cine’Eco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra
da Estrela, numa organização conjunta do Cine-Clube da Ilha Terceira (CCIT) com
o Observatório do Ambiente dos Açores (OAA) e a colaboração do Alpendre – Grupo
de Teatro, da Oficina D’Angra e da Associação Cultural Burra de Milho.
Ao todo serão visionados 23 filmes, ao longo de 10 sessões,
no auditório do Alpendre – Grupo de Teatro, no Observatório do Ambiente dos
Açores e na Oficina D’Angra, com entrada gratuita e início pelas 21:30 horas, conforme
o programa em anexo.
O Cine’Eco é o único festival de cinema, em Portugal,
dedicado à temática ambiental no seu sentido mais abrangente, ocupando um
importante espaço entre os festivais internacionais do género. Tem lugar em
Seia, anualmente, no mês de outubro, e de forma ininterrupta desde 1995, por
iniciativa do Município de Seia.
O Festival, que completou duas décadas de
existência, procura promover novas ideias e ações através do audiovisual, para
fazer o público refletir sobre as questões ambientais.
Este é o terceiro ano consecutivo em se realiza nos Açores
(ilhas Terceira, Faial e São Miguel) uma extensão do Festival Cine’Eco|Seia,
que resulta de uma parceria alargada entre a organização deste Festival, o
Cine-Clube da Ilha Terceira (CCIT), o Observatório do Mar dos Açores (OMA), o
Observatório do Ambiente dos Açores (OAA), o ExpoLab e o 9500 – Cineclube.
Na primeira sessão, no próximo dia 12 de Março, que contará
com a presença do diretor deste Festival, Mário Branquinho, para além da
curta-metragem Dança das Luzes, de Fillipo Rivetti, e do
filme/documentário A Última Chamada. O Que Ainda Não Foi Contado Sobre a
Crise Global, de Enriço Cerasuolo, será apresentado ainda o documentário
promocional sobre os 20 Anos do Cine’Eco | Seia.
Para além das sessões programadas, ao longo do período de
tempo em que decorre a extensão, serão realizadas projeções de alguns dos
filmes em ações a desenvolver junto dos estabelecimentos de ensino da ilha.
Etiquetas:
9500 Cineclube,
Alpendre – Grupo de Teatro,
Angra do Heroísmo,
Cine-Clube da Ilha Terceira,
Festival CineEco Seia,
Observatório do Ambiente dos Açores,
Oficina d´Angra
Subscrever:
Mensagens (Atom)






