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21/02/18

Conferências | Saberes da Terra | 24 de Fevereiro | 15h00 | Museu de Angra do Heroísmo

No próximo sábado, dia 24, pelas 15h00, o Museu de Angra do Heroísmo encerra o ciclo de conferências Saberes da Terra, dinamizado no âmbito do programa de dinamização da exposição Instrumentos de Trabalho ou de Cultura, com uma comunicação de Francisco Cota Rodrigues subordinada ao tema Contaminação de Aquíferos.

A entrada decorre em regime de livre acesso.

A exposição em causa encerrará no domingo, dia 25 de fevereiro.

Lembramos que hoje, pelas 20h00, decorrerá mais uma Conferência na Boa Nova:  Rituais de Poder: O Fascínio das Armas Orientais, pelo colecionador Jorge Caravana. Os espaços expositivos e as reservas de armas  ligeiras, pesadas e uniformes estarão abertos e são passíveis e ser visitados gratuitamente das 20h00 às 23h00.

15/11/17

Exposições | Visitas a espaços expositivos do Edifício de São Francisco | 18 de Novembro | 15h00 | Museu de Angra do Heroísmo


O Museu de Angra do Heroísmo promove, no próximo sábado, dia 18 de novembro, pelas 15h00, uma visita a vários espaços expositivos do Edifício de São Francisco, orientada por Jorge Forjaz, que comentará peças com figuração heráldica que integram o acervo da instituição.

Entre as peças a explorar por este especialista em heráldica e genealogia contam-se cerâmicas brasonadas, cadeirinhas, seges, arreios e espécies em pedra e prata. Serão ainda alvo de explicação os brasões de família que constam das Capelas de Nossa Senhora da Guia, bem como as armas que aparecem no exterior do referido templo.

A entrada decorre em regime de livre acesso.

30/10/17

Exposição | Instrumentos de Trabalho ou de Cultura que revisita a sua Coleção Etnográfica | 1 de Novembro | 15h00 | Museu de Angra do Heroísmo


O Museu de Angra do Heroísmo inaugura a 1 de novembro, pelas 15h00, na Sala do Capítulo, a exposição Instrumentos de Trabalho ou de Cultura que revisita a sua Coleção Etnográfica, com o objetivo de levar o visitante a reavaliar objetos utilitários que integraram e, em alguns casos, ainda integram o quotidiano local e a reconhecer o seu inestimável valor não só enquanto expressão material de uma memória cultural comum, mas também enquanto potenciadores de reflexão sobre questões atuais relacionadas com o trabalho e a cultura.

Muitos dos artefactos expostos deixaram de exercer as suas primitivas funções, tendo regressado ao quotidiano e aos espaços da contemporaneidade ao serem recuperados como testemunhos, ornamentos e ícones capazes de alimentar a nostalgia de mundos desaparecidos. Suporte de vidas individuais e coletivas, componente estruturante de sistemas de saberes, de práticas e de organismos sociais, estas peças, nos espaços museológicos, onde foram incorporadas pelo seu valor material e simbólico de herança cultural, assumem o papel de veículos de transmissão de conhecimentos, capazes de suscitar debate sobre questões que afetam o dia-a-dia e que importam ainda debater.

A exposição, patente até 25 de fevereiro, está organizada em cinco núcleos temáticos: Instrumentos de Preparação do Solo, Instrumentos de Ferreiro, Instrumentos de Trabalho de Madeira, Objetos Domésticos de Barro e Instrumentos de Fiação, tendo como subnúcleos Ferros de Marcação de Gado e Cangas de Luxo. A função e natureza dos objetos que compõem os diferentes núcleos encontram-se descritas e fundamentadas em painéis explicativos na própria sala e também no catálogo editado pelo MAH, passível de ser adquirido na receção do mesmo e disponível on line no sítio da instituição.

O Museu de Angra do Heroísmo é detentor de uma vasta coleção de etnografia, atualmente instalada nas Galerias de Saberes e Técnicas Tradicionais, que ocupam os armazéns da antiga Fábrica de Tabaco Âncora, nas traseiras do Edifício de São Francisco.

18/09/17

Festival | Festival Walk & Talk Azores - Edição 2017 | Projetos Inéditos | 29 de Setembro a 5 de Outubro | Ilha Terceira



Walk&Talk na Terceira
O Walk&Talk viaja pela segunda vez até à ilha Terceira e apresenta-se de 29 setembro a 5 de outubro em Angra do Heroísmo, cidade património da UNESCO. Uma dezena de artistas, intervenções inéditas na cidade, atividades em curso em 3 espaços, exposições, performances, cinema, workshops e conversas, completam o programa.

Para a viagem até à Terceira, o Walk&Talk e o KWY de Ricardo Gomes convidam o coletivo Baldios (pt), Carolina Celas (pt) e Roberto Ciderz (it) para os projetos do circuito de arte; residências com Nuno Costa Santos e Alexandre Borges; aos quais se juntam os projetos de Diana Marincu, Jorge Jácome, Miguel C. Tavares e Ligia Soares. Além das intervenções planeadas para espaços ao ar livre, as atividades do festival decorrem no Museu de Angra do Heroísmo, no Núcleo de História Militar Baptista de Lima e na Biblioteca e Arquivo Regional de Angra do Heróismo. Info Point e Loja W&T na Casa do Sal.

Info Point e Loja W&T na Casa do Sal.

O contexto de Angra do Heroísmo sublinha a dimensão do património na vocação do Walk&Talk, festival que promove o entrosamento entre criação contemporânea e as especificidades naturais, culturais e humanas dos Açores. De que forma as artes e os seus protagonistas poderão contribuir para a vivência de uma cidade, cuja maior riqueza e unicidade dependem da preservação do seu património histórico, será a questão chave, o ponto de partida e de reflexão para esta primeira incursão do projeto. Sem ter a ambição de encontrar respostas, queremos testar hipóteses, reunir e confrontar visões, sobre a formação do património açoriano. E, em plena cidade património de Angra, abordar o papel das dinâmicas artísticas na sua fixação, recriação e expansão permanentes.

A extensão do Walk&Talk à Terceira conta com os apoios da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e do Governo Regional dos Açores, entre outros parceiros locais, como o Museu de Angra do Heroísmo e a Biblioteca Pública e Arquivo Regional. Viajar pelo arquipélago permite envolver diretamente as outras ilhas na dinâmica e investimento do Walk&Talk. Quer como acontece agora com a extensão a Angra, quer num futuro próximo com a realização de itinerâncias, residências e projetos criados ao longo do ano, novamente em São Miguel e na Terceira ou noutras geografias do arquipélago.