07/07/10

Citemor | 32ª edição - Montemor-o-Velho

De 23 de Julho a 14 de Agosto, a vila de Montemor-o-Velho acolhe a 32ª edição do Citemor. O festival reafirma a sua vocação produtora ao apresentar um programa composto quase integralmente por estreias e antestreias de novas obras, possibilitando uma aproximação à próxima temporada.

O festival insiste nas orientações programáticas que contribuíram para a sua singularidade, dedicando uma atenção especial às novas dramaturgias, apoiando as ?novas gerações? de criadores e apropriando-se de espaços não convencionais para as artes performativas. Com uma perspectiva transversal de todas as artes, o festival produz e acolhe na sua programação teatro, dança, música, vídeo, instalações... As criações programadas são produzidas pelo festival, co-produzidos com outros parceiros ou com os criadores e desenvolvidas em residência em Montemor-o-Velho.

Esta edição, que reforça o Citemor como um elemento decisivo na identidade territorial, vem sedimentar uma imagem associada à criação artística contemporânea e potenciar Montemor-o-Velho, não apenas como um território de fruição por excelência, mas de uma forma mais concreta, como um lugar dedicado à criação.

+informações e reservas: www.citemor.com 

Concerto dos Goma em São Jorge

















05/07/10

FIKE 2010: 9º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS METRAGENS

Estão abertas as inscrições para o FIKE 2010, apenas para filmes portugueses (nacionais e co-produções) e documentários nacionais e internacionais sobre Fotografia e Fotógrafos, sendo admitidas curtas-metragens de ficção, animação e documentário, até 40 minutos, e estreados após 1 de Janeiro de 2009.

O prazo para o envio das inscrições é 20 de Julho de 2010.

A participação no Festival é gratuita.

Para consultar o Regulamento do Festival e fazer a sua inscrição deve aceder a http://www.fikeonline.net/2010/pt/festival/regulamento/

Para mais informações:
João Paulo Macedo
Páteo do Salema Nº 7 – A
7000-818 Évora
Portugal
Tel/Fax: +351 266 703137

02/07/10

Museu de Angra do Heroísmo - Agenda para Julho

Exposições temporárias:

Sombras do que ficou por dizer
Mostra composta por 12 desenhos a tinta-da-china, no formato de 100 x 70 cm, da autoria de Pedro Madeira Pinto, que retratam rostos que impressionaram o artista, aquando da sua visita ao arquipélago de Cabo Verde, cuja gente, segundo ele, se singulariza “pelo seu optimismo, esperança e vida na alma que renasce a cada dia”.
Sala Dacosta, 18 de Junho a 26 de Setembro

Ouro Branco – O marfim
A par dos metais e pedras preciosas, o marfim é o material exótico escolhido, desde há milénios, para obras de arte e complementos decorativos requintados. Nos Açores, o desenvolvimento da caça à baleia permitiu o uso do dente de cachalote e do material ósseo em substituição do tradicional marfim de elefante. Nesta exposição, apresentam-se peças de várias épocas e manufacturas, que incluem marfim de várias origens na sua composição.
Sala de Oportunidades, 18 de Junho a 19 de Setembro.

Brilhos da Honra
Uma condecoração é, por definição, brilhante e colorida. Ela procura chamar a atenção sobre o seu possuidor, tornando evidente e público o apreço da comunidade por alguém que, de alguma forma, se destacou dos demais. Tradicionalmente ligadas aos feitos militares, as condecorações celebram, hoje em dia, um vasto leque de méritos e honras. Apresentam-se alguns dos exemplares mais interessantes e “brilhantes” das colecções do Museu de Angra do Heroísmo.
Sala de Destaques, 18 de Junho a 19 de Setembro.


Ernesto Veiga de Oliveira. Um etnólogo nos Açores
Exposição comemorativa do centenário do nascimento de Ernesto Veiga de Oliveira (1910/1990), que integra objectos de uso quotidiano, alfaias agrícolas e instrumentos musicais. Os mesmos ilustram o levantamento etnográfico efectuado por aquele etnólogo, durante a Campanha dos Açores, em Novembro de 1963, realizada em conjunto com Benjamim E. Pereira, a qual teve como principal propósito completar a recolha de instrumentos musicais populares portugueses, levada a cabo por incumbência do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian.
Sala do Capítulo, 14 de Maio a 19 de Setembro.

Museu Aberto
Conjunto de 12 Cartazes de exterior com fotografias de peças que integram o espólio do Museu de Angra do Heroísmo, da autoria de António Araújo. Os mesmos correspondem a outras tantas edições da rubrica com o mesmo nome publicada quinzenalmente no Diário Insular.
Estão afixados nas paredes da Igreja de N.ª Sr.ª da Guia, Caixa Geral de Depósitos e Igreja da Misericórdia.

Stand-Up Comedy - Jiggy Beach

Tertúlia Livre de Música ao Vivo - Casa do Sal

Environments | Pátio da Inquisição - Coimbra

Esta sessão, projectada  em fachadas de edifícios, insere-se no evento SITU'ARTE, promovido pela Galeria Ícone, e reveste um carácter multidimensional, abrangendo múltiplas formas de arte, que vão desde o teatro, graffiti, fotografia, pintura, desenho, música, dança, performance e vídeo.

FIKE 2010: 9º Festival Internacional de Curtas Metragens

Estão abertas as inscrições para o FIKE 2010, apenas para filmes portugueses (nacionais e co-produções) e documentários nacionais e internacionais sobre Fotografia e Fotógrafos, sendo admitidas curtas-metragens de ficção, animação e documentário, até 40 minutos, e estreados após 1 de Janeiro de 2009.

O prazo para o envio das inscrições é 20 de Julho de 2010.
A participação no Festival é gratuita.

Para consultar o Regulamento do Festival e fazer a sua inscrição deve aceder a http://www.fikeonline.net/2010/pt/festival/regulamento/

01/07/10

Ciclo de Conferências «Conversas à Janela» - "De Brasília à Ideia de Cidade e Arquitectura"






O IAC–Instituto Açoriano de Cultura promove no próximo dia 2 de Julho, sexta-feira, pelas 21h00, na sua Galeria, a quinta conferência do ciclo «Conversas à Janela» intitulada "De Brasília à Ideia de Cidade e Arquitectura", que contará com a presença do Arq. André Tavares, professor na Escola de Arquitectura da Universidade do Minho.








O conferencista abordará, a propósito do cinquentenário da cidade de Brasília (20-21 de Abril de 2010), o processo de concepção e construção de uma cidade que se transformou num símbolo do século XX. Da vontade de afirmação nacionalista, que emerge desde meados do século XIX, à complexa passagem para o poder autárquico no início do século XXI, a arquitectura de Brasília concentra vários aspectos do debate arquitectónico. Partindo desse exemplo único esta conferência abre pistas para um debate em torno do urbanismo, das tecnologias construtivas, da imagem da modernidade, da preservação do património, dos conflitos sociais e da construção da paisagem.