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28/09/17

Cinema | Música | 27, 28 e 30 de Setembro | Galeria Arco 8 | Ponta Delgada | São Miguel


Exibição da versão restaurada do documentário “Autografia” um retrato de Mário Cesariny com a presença do realizador - Prémio melhor documentário DocLisboa2004

Com este documentário pretende-se retratar não o poeta e pintor Mário de Césariny mas sim a sua vida, o seu percurso e a sua individualidade. Como espaço de acção privilegiou-se o seu quarto, por ser este actualmente a base da sua criação e da sua intimidade. É aqui que resiste tudo o que não se perdeu.
Sendo este um trabalho que vive sobretudo das questões colocadas (ausentes) e das respectivas respostas, optou-se por assumir como fio condutor um dos seus poemas - "autografia" - que servirá de mote, através da sua análise para as questões intencionadas, de modo a que o filme assuma um carácter intimista, estabelecendo-se um diálogo entre quem o vê e quem é retratado.
Neste documentário/registo existem vários planos: o de análise do poema; o das respostas; o do seu trabalho (exposto na sua intimidade) e o da nossa própria interpretação; uma espécie de respigar/reciclar de citações e de conteúdos que acabam por nos permitir uma apropriação de Mário Cesariny     AUTOGRAFIA TRAILER



Exibição do filme “José e Pilar” com a presença do realizador seguido de perguntas e respostas.

A Viagem do Elefante, o livro em que Saramago narra as aventuras e desventuras de um paquiderme transportado desde a corte de D. João III à do austríaco Arquiduque Maximiliano, é o ponto de partida para José e Pilar, filme de Miguel Gonçalves Mendes que retrata a relação entre José Saramago e Pilar del Río.
Mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, José e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo – ou, pelo menos, em torná-lo melhor.
José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que génio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, “tudo pode ser contado de outra maneira”. José e Pilar trailer 
 
 
 
Octa Push é um projeto que funde música lusófona com ligações aos PALOP, com eletrónica, formado por dois irmãos (Leo e Bruno) de Carcavelos/Lisboa. Já pisaram palcos como Sonar Festival, Fabric, Glade Festival, Amsterdam Dance Event, NOS Alive, SBSR, MED, RiR, CCB, Casa da Música, Lux, entre outros. A nível editorial, destacam-se lançamentos de temas originais em editoras como Soul Jazz Records, Soundway Records, Iberian Records, Enchufada e o apoio de nomes como SBTRKT, Thom Yorke (Radiohead) ou Gilles Peterson (BBC).
No dia 30 de Setembro (Sábado) apresentam na Arco 8 o seu mais recente trabalho editado *LINGUA e far-se-ão acompanhar de Ary (Blasted Mechanism) no comando do Baixo, a noite continuara com a presença dinâmica de Ishan na cabine de Dj.
Entrada 7€  - Pré Venda : La Bamba Record Store, Cafetaria da Biblioteca Publica e ARCO 8 - Entradas Limitadas   

Octa Push + Guests @ Vodafone Mexefest 

25/09/17

Cinema | 40º aniversário do Cine-clube da Ilha Terceira | 29 e 30 Setembro | Recreio dos Artistas



O Cine-clube da Ilha Terceira celebra o seu 40º aniversário com a exibição do documentário inédito “Danças de Carnaval – Teatro Popular” (1979), do clássico “Metropolis” (v. 2010), e conferências sobre o cineclubismo e o Plano Nacional de Cinema.


O Cine-Clube da Ilha Terceira foi fundado em 1977 por um grupo de terceirenses interessados na exibição e divulgação de cinema de qualidade. Com uma atividade pujante nas duas primeiras décadas de atividade, o Cine-Clube foi progressivamente reduzindo as suas exibições, até cessar a sua programação.




Após um período de inatividade, em 2013, interessados em recuperar o património de uma importante entidade cultural da ilha Terceira, um grupo de interessados pelo cinema reativou o Cine-Clube, promovendo desde então um conjunto regular de exibições, ciclos de cinema, mostras, conferências e de trabalho junto das escolas no sentido de promover o cinema junto dos mais novos.

Em setembro de 2017 celebram-se os 40 anos sobre a data de fundação da associação cultural sem fins lucrativos Cine-Clube da Ilha Terceira. Declarada Entidade de Utilidade Pública por despacho de S. Exa. o Presidente do Governo Regional dos Açores, em junho de 2017, o Cine-Clube da Ilha Terceira pretende homenagear a sua existência com duas exibições e um espaço de discussão e debate sobre o cinema e o cineclubismo nos dias de hoje.


PROGRAMA 40º ANIVERSÁRIO CINE-CLUBE ILHA TERCEIRA
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29 SETEMBRO // 20H00

Exibição do documentário

Danças de Carnaval – Teatro Popular

(1979 – 21’13’’ – Realização de Manuel Martins)

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Sinopse



Filmado em 1979 no formato Super 8 mm, pretendeu registar o teatro popular na ilha Terceira com duas danças de espada, uma das Lajes, com imagens do ensaio e apresentação ao público, e outra realizada por soldados do Regimento de Infantaria 17 “puxada” a dois mestres e versando a Batalha de Aljubarrota.

Este documentário participou, em 1980, no Festival Internacional Super 8 em Toronto, Canadá, com o número 169, na categoria de Factos e Documentários, tendo sido a segunda das duas participações portuguesas.


Uma cópia deste documentário de 23 minutos foi adquirida por um serviço educativo da Secretaria Regional de Educação e Cultura.



// 21H00

Conferências/Debate



“Contextos e Paradigmas do Cineclubismo Português” por António Costa Valente

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Sinopse

Uma reflexão sobre os contextos e paradigmas que marcaram uma parte significativa da história dos cineclubes em Portugal, e a procura das fronteiras e das continuidades que parecem marcar os cineclubes dos nossos dias.

“O Plano Nacional de Cinema: literacia fílmica e criação de redes entre instituições culturais e educativas” por Elsa Mendes

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Sinopse

Esta comunicação incide sobre duas das grandes linhas orientadoras do PNC: por um lado, problematiza o contributo da literacia fílmica no âmbito de aquisição de multiliteracias por parte dos jovens; por outro, assume a constituição de redes de comunicação entre os organismos tutelados pela área da Cultura e pela área da Educação como eixo incontornável de dinamização de uma cultura do cinema e do audiovisual junto das comunidades educativas.

//22h30

Convívio de Aniversário

Os 40 Anos do Cine-Clube da Ilha Terceira

30 SETEMBRO

// 21H00

Exibição do Filme

“Metropolis” (201o)

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Sinopse

Versão restaurada do original Metropolis, de Fritz Lang, de 1927, depois de, em 2008, ter sido descoberta uma versão original do filme, num museu na Argentina. Depois de um longo processo de restauração, o filme foi finalmente apresentado na sua versão completa e original à intenção do realizador a 12 de fevereiro de 2010.

18/09/17

Festival | Festival Walk & Talk Azores - Edição 2017 | Projetos Inéditos | 29 de Setembro a 5 de Outubro | Ilha Terceira



Walk&Talk na Terceira
O Walk&Talk viaja pela segunda vez até à ilha Terceira e apresenta-se de 29 setembro a 5 de outubro em Angra do Heroísmo, cidade património da UNESCO. Uma dezena de artistas, intervenções inéditas na cidade, atividades em curso em 3 espaços, exposições, performances, cinema, workshops e conversas, completam o programa.

Para a viagem até à Terceira, o Walk&Talk e o KWY de Ricardo Gomes convidam o coletivo Baldios (pt), Carolina Celas (pt) e Roberto Ciderz (it) para os projetos do circuito de arte; residências com Nuno Costa Santos e Alexandre Borges; aos quais se juntam os projetos de Diana Marincu, Jorge Jácome, Miguel C. Tavares e Ligia Soares. Além das intervenções planeadas para espaços ao ar livre, as atividades do festival decorrem no Museu de Angra do Heroísmo, no Núcleo de História Militar Baptista de Lima e na Biblioteca e Arquivo Regional de Angra do Heróismo. Info Point e Loja W&T na Casa do Sal.

Info Point e Loja W&T na Casa do Sal.

O contexto de Angra do Heroísmo sublinha a dimensão do património na vocação do Walk&Talk, festival que promove o entrosamento entre criação contemporânea e as especificidades naturais, culturais e humanas dos Açores. De que forma as artes e os seus protagonistas poderão contribuir para a vivência de uma cidade, cuja maior riqueza e unicidade dependem da preservação do seu património histórico, será a questão chave, o ponto de partida e de reflexão para esta primeira incursão do projeto. Sem ter a ambição de encontrar respostas, queremos testar hipóteses, reunir e confrontar visões, sobre a formação do património açoriano. E, em plena cidade património de Angra, abordar o papel das dinâmicas artísticas na sua fixação, recriação e expansão permanentes.

A extensão do Walk&Talk à Terceira conta com os apoios da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e do Governo Regional dos Açores, entre outros parceiros locais, como o Museu de Angra do Heroísmo e a Biblioteca Pública e Arquivo Regional. Viajar pelo arquipélago permite envolver diretamente as outras ilhas na dinâmica e investimento do Walk&Talk. Quer como acontece agora com a extensão a Angra, quer num futuro próximo com a realização de itinerâncias, residências e projetos criados ao longo do ano, novamente em São Miguel e na Terceira ou noutras geografias do arquipélago.

Cinema | "O Cinema da Minha Vida" | "Agnus Dei - As Inocentes" , de Anne Fontaine | 23 de Setembro | 18h00 | Sala de cinema da Recreio dos Artistas | Angra do Heroísmo


O Cine-Clube da Ilha Terceira retoma a sua atividade, após um breve período de descanso de verão, com a reentreé d'O Cinema da Minha Vida com a exibição do filme Agnus Dei - As Inocentes, de Anne Fontaine, no próximo dia 23 de setembro (sábado) pelas 18h00 na sala de cinema da Recreio dos Artistas.


Sinopse: Agnus Dei - As Inocentes é um filme dramático, realizado pela luxemburguesa Anne Fontaine, que se baseia num caso real, passado na Polónia no fim da Segunda Guerra Mundial.

Após a vitória dos Aliados na Segunda Grande Guerra, Mathilde, médica da Cruz Vermelha, encontra-se na missão de ajudar os sobreviventes dos campos de concentração nazis. Estamos na Polónia, em dezembro de 1945.

O horror a que todos os dias assiste é imenso, mas ela tenta a todo o custo minorar o sofrimento dos que dela precisam. Um dia, é procurada por uma jovem noviça que lhe implora que vá consigo ao convento onde várias freiras precisam de auxílio. Apesar de reticente, acaba por se sentir impelida a ajudá-la.

Nesse lugar, para sua surpresa, vai encontrar sete freiras em final de gravidez. Meses antes, o convento foi invadido por soldados soviéticos que as violaram durante vários dias. Incapazes de conciliar a sua fé com a perda da virgindade, aquelas mulheres não conseguem superar o trauma de carregarem no ventre o fruto de um crime, delas e dos homens que as violentaram.

10/07/17

Cinema | Sessão do Filme "O Grande Peixe" | 14 de Julho | 22h00 | Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro | Angra do Heroísmo



Data: 14 de julho

Hora: 22:00

Local: Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro

Público-alvo: M/ 12 anos

ENTRADA LIVRE

A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro promove o filme “O Grande Peixe” de Tim Burton adaptado do romance de Daniel Wallace. É a história de Edward Bloom, um homem que passou a vida a contar viagens que fez à volta do mundo enquanto jovem (Ewan McGregori). Viagens que de tão extraordinárias se tornam fantásticas. Eram aventuras em que nunca se conseguia distinguir o que acontecera do que pertencia ao território da imaginação, mas que apaixonou todos os ouvintes. Apenas uma pessoa nunca se deixou seduzir por estas histórias: o seu filho. Mas quando Edward adoece, o filho inicia uma compilação das histórias do pai.

31/05/17

Cinema | Festa de Encerramento do CINEMA DA MINHA VIDA de 2016/2017 | 3 de junho | 18h00 | Recreio dos Artistas | Angra do Heroísmo



Festa de Encerramento do CINEMA DA MINHA VIDA de 2016/2017. Sábado dia 3 de junho às 18h00 na RECREIO DOS ARTISTAS.

18h00 | Filme | "Maravilhoso Boccaccio" 

De: Paolo e Vittorio Taviani
Com: Lello Arena, Paola Cortellesi, Carolina Crescentini
Género: Drama
Classificação: M/14
ITÁLIA| 2015| Cores| 121 min

Sinopse: Baseado em “Decameron”, de Boccaccio, o filme mostra as cidades da Toscânia assoladas em 1348 pela peste. Numa época de morte, o único refúgio é a imaginação. Assim, um grupo de jovens, rapazes e raparigas, abriga-se numa remota mansão nas colinas que rodeiam Florença e, vivendo em comunidade, decidem contar uns aos outros uma história por dia, para afastar dos seus espíritos a precariedade da sua situação.






20h00 | Festa Convívio com música e comida.

16/05/17

Cinema | FACA - Festa de Antropologia Cinema e Arte, Extensão Açores | 16 de Maio a 6 de Junho | Terças-Feiras | 21h00 | Recreio Dos Artistas | Angra do Heroísmo





Organizada pelo Núcleo de Antropologia Visual e da Arte do CRIA (Centro em Rede de Investigação em Antropologia) e pelo Cine-Clubbe da Ilha Terceira, a programação da FACA deste ano, que decorre na sala de cinema da Recreio dos Artistas nos dias 16, 23 e 30 de Maio e 6 de junho, sempre às 21 horas

15/05/17

Cinema | INDIELISBOA - 14.º Festival Internacional de Cinema Independente | 3-14 de Maio | Lisboa




Já são conhecidos os vencedores do IndieLisboa 2017
O realizador boliviano Kiro Russo volta a ser premiado no IndieLisboa com Viejo Calavera, que vence o Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa. O júri da competição internacional galardoou ainda Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans, com o Prémio Especial do Júri Canais TVCine & Séries. O Prémio Allianz – Ingreme para Melhor Longa Metragem Portuguesa foi entregue a Encontro Silencioso, de Miguel Clara Vasconcelos, e o Prémio Ingreme para Melhor Curta Metragem Portuguesa foi atribuído a Miragem Meus Putos, de Diogo Baldaia. O Grande Prémio de Curta Metragem foi entregue a Wiezi/Close Ties, de Zofia Kowalewska. [+]


The IndieLisboa 2017 winners have been announced
Bolivian director Kiro Russo is again awarded at IndieLisboa with Dark Skull, which wins the Feature Film Grand Prize City of Lisbon. The jury of the international competition also awarded Araby, by Affonso Uchôa and João Dumans, with the Special Jury Award TVCine & Series. The Allianz – Ingreme Award for Best Portuguese Feature Film was given to Silent Encounter by Miguel Clara Vasconcelos and the Ingreme Award for Best Portuguese Short Film was awarded to Mirage My Bros, by Diogo Baldaia. The Short Film Grand Prize was awarded to Wiezi/ Close Ties, by Zofia Kowalewska. [+]




Sessões de filmes vencedores no Cinema Ideal
Como já é habitual, o IndieLisboa prolonga-se por mais três dias, de 15 a 17 de Maio, no Cinema Ideal, com as sessões dos filmes vencedores desta edição do festival. [+]


Screenings of the awarded films at Cinema Ideal
As usual, IndieLisboa will have three extra days of films, between May 15th and May 17th, at Cinema Ideal, with the screenings of the festival’s awarded films. [+]

22/03/17

Cinema | 3ª Sessão do Cine'Eco de Seia | 23 de Março | 21h00 | Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça (BPARJJG) | Faial




3ª sessão do Festival Cine’Eco|Seia no Faial


Numa iniciativa conjunta do Observatório do Mar dos Açores (OMA) e do Festival Cine’Eco|Seia, com a colaboração da Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça (BPARJJG), tem lugar no próximo dia 23 de Março, às 21:00H, mais uma sessão da Extensão Açores deste Festival. A terceira sessão será constituída por 2 filmes, uma curta-metragem e a longa-metragem que foi distinguida com o Prémio de Educação Ambiental.


Homem Eléctrico (Hombre Electrico), de Alvaro Muñoz, (Chile), 2016, 17’30’’

Numa pequena cidade desértica, onde as miragens parecem ganhar vida, vivem Gaston e a sua mãe Fresia. São personagens solitárias dentro de uma comunidade que parece que está fora do tempo, sensíveis às memórias de um passado esquecido, onde vozes, sons e gestos revelam a magia de um mundo nostálgico, que se abre no movimento das rodas de uma bicicleta.

In a little desertic town, where mirages seem to come alive, Gaston and his mother Fresia, live. Lonely characters within a community that looks like it's out of time, liable to the memories of a forgotten past, where voices, sounds and gestures reveal the magic of a nostalgic world, that opens at the turn of a bicycle's wheels.



O Normal É Mais Que Um Filme (Normal Is Over The Movie), de Renee Scheltema (África do Sul), 93 minutos

A premiada cineasta Renée Scheltema realizou um grande retrato do que está acontecer com o planeta através de um ponto de vista ambiental. Este filme mostra-nos as causas e sintomas, e investiga uma variedade de SOLUÇÕES para inverter o declínio global.

https://www.youtube.com/watch?v=4whQ7nA-GLc

The awarded filmmaker Renée Scheltema made the picture of what’s happening to the planet through an environmental point of view. This film shows the causes and symptoms, and investigates a variety of SOLUTIONS to reverse global decline.


Legendados em Português, estes filmes/documentários constituem a terceira sessão da extensão do Festival Cine’Eco|Seia aos Açores, onde serão, para além do Faial, exibidos também na Terceira e em São Miguel.

20/03/17

Cinema | 3ª Sessão do Cine'Eco de Seia | 21 de Março | 21h00 | Sede "Os Montanheiros" | Angra do Heroísmo


 

3ª SESSÃO DO CINE'ECO DE SEIA | 21 DE MARÇO | 21H00 | Sede "Os Montanheiros"
 

Os documentários Homem Eléctrico (Hombre Eléctrico), de Álvaro Munoz, e O normal é mais do que um filme (Normal is over the movie), são os filmes que o Cine-Clube da Ilha Terceira, o Observatório do Ambiente dos Açores e Os Montanheiros, numa parceria com o Festival Cine’Eco|Seia, com a colaboração da Sociedade Filarmónica Recreio dos Artistas, apresentam na 3ª sessão da Extensão à ilha Terceira do Festival Cine’Eco|Seia 2016, que ocorre na próxima terça-feira, dia 21 de março, pelas 21h00, na sede d’Os Montanheiros (Rua da Rocha), em Angra do Heroísmo.


Homem Eléctrico (Hombre Eléctrico), de Alvaro Muñoz, Chile, 2016, 17’30’’, leva-nos a uma pequena cidade desértica, onde as miragens parecem ganhar vida. Nela vivem Gaston e a sua mãe Fresia. São personagens solitárias dentro de uma comunidade que parece que está fora do tempo, sensíveis às memórias de um passado esquecido, onde vozes, sons e gestos revelam a magia de um mundo nostálgico, que se abre no movimento das rodas de uma bicicleta.

https://youtu.be/OHVvhAcfPuQ

No filme O normal é mais que um filme (Normal is over the movie), de Renee Scheltema, África do Sul, 93’, galardoado com o Prémio Educação Ambiental – Cine’Eco 2016, esta premiada cineasta realizou um grande retrato do que está acontecer com o planeta através de um ponto de vista ambiental. Este documentário mostra-nos as causas e sintomas, e investiga uma variedade de soluções para inverter o declínio global.

https://vimeo.com/134774049


Estes dois filmes/documentários dão continuidade à Extensão aos Açores | Terceira do Festival Cine’Eco|Seia, que também decorrerá nas ilhas do Faial, através do Observatório do Mar dos Açores, de São Miguel, através do ExpoLab e do 9500 Cine-Clube, e na Madalena do Pico, em resultado de uma parceria entre o Cine-Clube da Ilha Terceira aquela autarquia. Todas as sessões são sempre de entrada livre.


Na Terceira, ao longo das próximas terças-feiras, até ao dia 2 de maio, terão lugar sessões, divididas entre Sociedade Recreio dos Artistas, o Observatório do Ambiente dos Açores (na antiga Casa do Peixe) e Os Montanheiros, encontrando-se a programação detalhada disponível em

https://www.facebook.com/cineclubeilhaterceira
http://oaa.centrosciencia.azores.gov.pt
http://www.montanheiros.com.

15/02/17

Cinema | Música | "SEM FITAS" - The Cameraman | "WE SEA + ZUGA73" | Yozin | 15, 17 e 18 de Fevereiro | Galeria Arco 8 | Ponta Delgada



Quarta-Feira dia 15 | 21:30

SEM FITAS | The Cameraman

EUA/ 1928 de: Buster Keaton, Edward Sedgwick Comédia/ Dur: 75m/ Mudo com intertítulos em inglês.







Sexta-Feira dia 17 | 22:37

WE SEA + ZUGA73
Sábado dia 18 | 23:00
Si a ti te gusta a mi me encanta   


24/01/17

Cinema | Festival MUVI | Festival Internacional de Música no Cinema | 24 de Janeiro | 21h00 | Recreio Dos Artistas | Angra do Heroísmo



24 JANEIRO | 21H00

RECREIO DOS ARTISTAS

ENTRADA LIVRE


“O Armazém do Limoeiro”, de Fábio Bardella e Filipe Augusto 
Prémio do Júri - Sonetos Cantados Palco Internacional, 18 min

“Armazém do Limoeiro”, património material e imaterial do caipira. No interior paulista, um singelo retrato de memórias centenárias. À luz de velas, húmido, com rugas e ruínas. Violeiros, sertanejas e colonos permanecem, o canto caipira ecoa. Algo resiste. Algo parte.

Trailer: https://vimeo.com/196088562


“Filhos de Bach”, de Ansgar Ahlers 
Prémio do Júri - Odisseias Musicais Palco Internacional, 91 min.

O que acontece quando dois estranhos de cantos opostos do mundo se juntam? Neste caso, um professor de música alemão aposentado e crianças brasileiras de um centro de detenção juvenil. Marten Brueckling herdou uma pauta original do filho de Bach. Mas para a resgatar, tem de se deslocar pessoalmente à bela cidade barroca de Ouro Preto, no coração do Brasil. No entanto, o Brasil não é um lugar para iniciantes: circunstâncias engraçadas levam-no a ensinar música para as crianças de uma prisão juvenil.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Fjom0cTUx88

05/01/17

Cinema | Festival Internacional de Música no Cinema | 10 de Janeiro a 14 de Fevereiro | 21h00 | Recreio Dos Artistas | Angra do Heroísmo



Eis que chega à Terceira o MUVI - Festival Internacional de Música no Cinema, pela mão do Cine-Clube da Ilha Terceira, com exibições às terças-feiras, na sala da Recreio dos Artistas, sempre pelas 21h00. Seis sessões, doze filmes (longas e curtas-metragens), entre 10 de janeiro e 14 de fevereiro. Diferentes realizadores, diferentes músicas, diferentes olhares. Um denominador comum: o ritmo.

Na primeira sessão (10 de janeiro) são exibidos “Porque Não Sou o Giacometti do Século XXI”, de Tiago Pereira e “Guitarras ao Alto”, de Daniel Mota. Seguem-se (17 de janeiro) “Future Islands: Road Dawgs”, de Jay Buim e “Phil Mendrix”, de Paulo Abreu; a 24 de janeiro, “O Armazém do Limoeiro”, de Fábio Bardella e Filipe Augusto e “Filhos de Bach”, de Ansgar Ahlers; a 31 de janeiro, “Rendufe”, de Miguel Filgueiras e “Benjamim: Auto Rádio”, de Gonçalo Pôla; a 7 de fevereiro, “Pontas Soltas”, de Ricardo Oliveira e “Afinando Pessoas, Pássaros e Flores”, de Luís Margalhau. Na última sessão, a 14 de fevereiro, “Alouette”, de Shai Itzhar e “Melody of Noise”, de Gitta Gsell.

Cansados de ver a produção cinematográfica que se faz em redor da música inserida apenas em pequenas secções de outros festivais de cinema, Cláudia Correia, Filipe Pedro e Joana Fonseca decidiram inverter os acordes. Membros fundadores da cooperativa cultural FWD COOP CRL, criaram o Muvi - Festival Internacional de Música no Cinema, cuja primeira edição teve lugar em Lisboa, em 2014.

Assim, a partir do mote «Vê além do que ouves» o MUVI junta o público que gosta de música com o cinema, incentiva a criação autoral na área do cinema musical, ensaia aproximações entre o universo da música e o do cinema contemporâneo e potencia a circulação de obras e de autores nas áreas do cinema e da música em território nacional e internacional.

Além dos clássicos relacionados com música (Acordes Históricos), das sessões especiais, das palestras, dos concertos e das exposições, o Muvi apresenta anualmente em Lisboa uma secção competitiva com longas (Odisseias Musicais), curtas (Sonetos Cantados) e vídeos musicais (Canções Com Gente Dentro).

O único festival de cinema específico sobre música em Portugal, contou, na primeira edição, de 3 a 7 de setembro de 2014, com cerca de 2000 pessoas. Na segunda edição, de 1 a 7 de dezembro de 2015, estiveram presentes 3200 pessoas. De 29 de novembro a 5 de dezembro de 2016 marcaram presença no Muvi cerca de 4.000 pessoas, que participaram em quase 150 eventos - sessões de cinema, filmes-concertos, concertos, exposições e festas. 


PROGRAMAÇÃO



SESSÃO 1
10 JANEIRO | 21H00


"Porque não sou o Giacometti do Século XXI", de Tiago Pereira. 50 minutos. Prémio do Público - Odisseias Musicais - Palco Nacional.
Trailer: https://vimeo.com/141472260



"Guitarras ao Alto", de Daniel Mota. 54 minutos. Prémio da Crítica - Odisseias Musicais - Palco Nacional.
Trailer: https://vimeo.com/174680747


SESSÃO 2
17 JANEIRO | 21H00

"Future Islands: Road Dawgs", de Jay Buim. 7 minutos. Prémio do Júri - Sonetos Cantados - Palco Internacional.
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=3opzQxhTyhk



"Phil Mendrix", de Paulo Abreu. 70 minutos. Prémio do Júri - Odisseias Musicais - Palco Nacional.
Trailer: https://vimeo.com/142702835


SESSÃO 3
24 JANEIRO | 21H00


"O Armazém do Limoeiro", de Fábio Bardella. 18 minutos. Prémio do Júri - Sonetos Cantados - Palco Internacional.
Trailer: https://vimeo.com/196088562



"Filhos de Bach", de Ansgar Ahlers. 91 minutos. Prémio do Júri - Odisseias Musicais - Palco Internacional.
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Fjom0cTUx88


SESSÃO 4
31 JANEIRO | 21H00


"Rendufe", de Miguel Filgueiras. 31 minutos. Competição Palcos Cantados - Palco Nacional.
Trailer: https://vimeo.com/154419425



"Benjamim: Auto Rádio", de Gonçalo Pôla. 94 minutos. Competição Odisseias Musicais - Palco Nacional.
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=_zoKj16nCR8


SESSÃO 5
07 FEVEREIRO | 21H00


"Pontas Soltas", de Ricardo Oliveira. 40 minutos. Prémio do Júri e Prémio do Público - Sonetos Cantados - Palco Nacional.
Trailer: https://vimeo.com/190099084



"Afinando Pessoas, Pássaros e Flores", de Luís Margalhau. 65 minutos. Prémio do Público - Odisseias Musicais - Palco Nacional.
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Gy2Fkj8OGR4

14/12/16

Cinema | "Silent Night, Bloody Night" | 14 de dezembro | 21h30 | Galeria Arco 8 | Ponta Delgada




"Silent Night, Bloody Night" / EUA/ 1972
De: Theodore Gershuny/ Com: Patrick O'Neal, Mary Woronov
Terror, Thriller/ Dur: 80m/ Legendas: Português




Uma velha mansão da Nova Inglaterra, que no passado funcionou como manicómio, apenas traz infortúnio e morte aqueles que a tentam vender. Quem é o louco misterioso que os persegue e que segredos esconde a população local?

De contornos góticos, este thriller de baixo orçamento mereceu o destaque futuro que recebeu enquanto percursor dos slashers de fim de 70's e 80's.
"Silent Night, Bloody Night" é uma daquelas pequenas pérolas que se encontram na caixa de VHS bolorentos que ficou esquecida na cave.

22/11/16

Cinema | Cine Atlântico - Mostra de Cinema Português de Hoje | 24 a 27 de novembro | Recreio dos Artistas | Angra do Heroísmo


CINE ATLÂNTICO 
MOSTRA DE CINEMA PORTUGUÊS DE HOJE 

O Cine-Clube da Ilha Terceira promove o Cine Atlântico - Mostra de Cinema Português de Hoje, de 24 a 27 de novembro, na sala de cinema da Recreio dos Artistas, com a exibição de 9 filmes nacionais de grande qualidade e a presença de 4 realizadores. A mostra de cinema inclui uma homenagem ao actor Nicolau Breyner.


NICOLAU BREYNER NO 1º CINE ATLÂNTICO 


No próximo dia 25 de novembro, o Cine-Clube da Ilha Terceira presta tributo à memória de Nicolau Breyner, com a exibição de “Os Imortais”, de António-Pedro Vasconcelos. Nicolau Breyner, ator falecido em março deste ano, deu corpo e voz a grandes momentos de televisão e de comédia e foi, também, um dos grandes atores portugueses, desses que marcam uma geração. O realizador António-Pedro Vasconcelos, que além de grande cineasta é um excelente comunicador, vai estar em Angra, no âmbito do Cine Atlântico, pelas 21h30, para homenagear o seu amigo e ator e para falar d’"Os Imortais".

João Nicolau de Melo Breyner, ator, realizador, produtor e argumentista, nasceu a 30 de julho de 1940, em Serpa (Alentejo). Fez teatro e cinema, mas foi provavelmente pela televisão que mais portugueses o conheceram. Morreu, em Lisboa, a 14 de março de 2016. Participou em mais de 50 filmes, que lhe valeram três Globos de Ouro e muitos outros prémios.