16 de Maio, 21h00, Pequeno Auditório do CCCAH - 1,5 (sócios)e 2,5 € (não sócios)
19 de Maio, 21h30, CineSolmar - 4, 5 €
23 de Maio, 21H30, Cine Teatro Faialense - 2 € (sócios) e 3 € (não sócios)
Curta metragem INTERIOR. BLOCK OF FLATS HALLWAY
Menção Honrosa na Competição Internacional de Curtas-metragens
Ciprian Alexandrescu
fic., Roménia, 2007, 16´
Baseado numa história real INTERIOR. BLOCK OF FLATS HALLWAY é uma sátira ao mundo em que vivemos. A morte de uma pessoa desencadeia uma série de acontecimentos que acaba por afectar toda a vizinhança.
Longa metragem OCCIDENT

Cristian Mungiu
fic., Roménia, 2002, 105´
OCCIDENT, primeira obra do realizador Cristian Mungi, autor de ”4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias” (Palma de Ouro no Festival de Cannes 2007), é uma envolvente comédia com laivos trágicos. Luci, engenheiro florestal, e a namorada Sorina, educadora infantil, questionam-se sobre o seu futuro depois de serem desalojados da casa que habitavam. Sem terem a quem recorrer, vão até ao cemitério e ficam junto da campa do pai de Sorina na esperança de lhes surgir um sinal que os ajude a decidir o que fazer. Enquanto Luci promete fazer tudo o que estiver ao seu alcance para arranjar um emprego no ramo da publicidade, Sorina acredita que a única solução é saírem da Roménia e emigrarem para a Europa ocidental. Eis senão quando o desejado sinal surge vindo do além e liga as suas vidas à de outras personagens que enfrentam o mesmo tipo de problemas e que também desejam escapar da insegurança que enfrentam numa sociedade pós-comunismo.
17 de Maio, 21h00, Pequeno Auditório do CCCAH - 1,5 (sócios)e 2,5 € (não sócios)
20 de Maio, 21h30, CineSolmar - 4, 5 €
24 de Maio, 21H30, Cine Teatro Faialense - 2 € (sócios) e 3 € (não sócios)
Curta metragem BOULEVARD L’OCEAN
Prémio RTP2 Onda Curta - Secção Observatório

Céline Novel
fic., Bélgica/França, 2007, 19´
Também junto ao mar Agathe desafia os seus limites. Em BOULEVARD L´OCÉAN ela passa os seus dias em frente ao mar. E é no vazio dos seus dias que ela descobre algo com que se ocupar: um desporto que exige mais do que as suas capacidades físicas podem proporcionar. Mas isso não é importante para alguém cujo objectivo é quebrar a linha do limite.
Longa metragem A HERO NEVER DIES
Johnnie To
Hong Kong, fic., 1998, 98´
Dois assassinos, dois patrões, duas companheiras, destinos duplos. Eis o fim do filme de heróis de Hong Kong, o género que John Woo popularizou nos anos 1980. To desconstrói-o com movimento de câmara e cor abstracta, tornando a história do tipo com uma pistola na celebração da estrutura classicamente simétrica. Quando o glacial L. Lai e os chefes dos criminosos rivais do duro cowboy L. Ching-wan formam uma aliança, os dois pistoleiros tornam-se supérfluos. Descobrindo que são um par de avatares de heroísmo individual fora de moda, entre eles o jogo passa a aliança e depois a tragédia. Um manual da habilidade de To para injectar efeito emocional numa peça formalista: cada traição e sacrifício são um soco.
18 de Maio, 21h00, Pequeno Auditório do CCCAH - 1,5 (sócios)e 2,5 € (não sócios)
21 de Maio, 21h30, CineSolmar - 4, 5 €
25 de Maio, 21H30, Cine Teatro Faialense - 2 € (sócios) e 3 € (não sócios)
Curta metragem SLEEPING BETTY
Prémio do Público Johnie Walker para Melhor Curta-Metragem - Secção Observatório

Claude Cloutier
anim., Canadá, 2007, 14´
A princesa Betty está adormecida e nada parece fazê-la acordar. Desesperado o rei lança o repto na tentativa de encontrar quem a acorde. São vários os voluntários: Henrique VIII, a Tia Victoria, um alien emocional, uma bruxa simpática, e um maravilhoso princípe. Mas será ele capaz de acordar a SLEEPING BETTY com apenas um beijo?
Longa Metragem TREN DE SOMBRAS
José Luís Guerín
Espanha, fic.,1997, 88´
Pouco tempo antes de desaparecer misteriosamente, em 1930, o cineasta francês Gerard Fleury tinha filmado o quotidiano de uma família. E é destas imagens que parte “Tren de Sombras”: Guerin pegou nas filmagens de Fleury e construiu um filme onde o passado e o presente se cruzam por entre as sombras dos fantasmas. As imagens de arquivo mostram a família e pessoal doméstico andando e jogando pelas propriedades. Guerín monta estas imagens com falsas imagens a preto e branco do mesmo local, juntando-lhes cenas a cores que tentam mostrar a actividade que pode ter ocorrido fora de campo. Um filme que antes de mais é uma reflexão sobre o cinema, sobre as diversas formas e manifestações do olhar e, em última instância, um filme sobre a vida e a morte…
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