
27/11/07
21/11/07
Talvez, um novo começo....
A Cultura que nos Assiste *
A produção cultural nos Açores está condicionada pelo seu carácter disperso, pela idiossincrasia da sua cultura, pela formação dos seus executantes, pelo confronto com outras influências e, sobretudo, pelo isolamento, cada vez menor, a que estão sujeitos os criadores insulares. O confronto com novas linguagens, abordagens e um público esclarecido definem, em muito, a evolução operada no sector. Público e artistas/criadores partilham, actualmente, um palco comum. Assistimos a toda uma aprendizagem, difícil, a que estão sujeitos os diversos agentes culturais nas diversas áreas. A mutação de valores e de práticas alterou substancialmente as formas de ver e de olhar a cultura. A abertura de novos espaços e a renovação e reabilitação de outros possibilitou uma maior fruição e a programação regular de múltiplas formas artísticas, bem como o encontro regular de forma mais ou menos informal com artistas, jornalistas e críticos e tem permitido a difusão de capital informativo fundamental na prossecução de uma maior disseminação cultural. No entanto - e não obstante todas as alterações operadas no sector cultural público, privado, associativo e mesmo recreativo -, persiste um carácter amador intrínseco à actividade.
Existe uma série de condicionantes que interferem com uma actividade criativa regular, o que delimita a evolução em termos de dinâmica e mesmo de programação atempada, sendo que esta continua a ser, a par com uma articulação em rede de várias instituições, uma das lacunas a melhorar a curto prazo na região. Obviamente que a actividade cultural não gera per si rendimentos que a façam subsistir por si mesma. Toda e qualquer actividade cultural, seja ela de cariz associativo, de intercâmbio ou a itinerância, carece de um apoio institucional, municipal ou governamental. Contudo, acredito que, no conjunto das entidades envolvidas em torno da questão cultural, os números gerados pela dinâmica económica local são significativos, muito embora não haja dados que o comprovem, pelo menos, em termos oficiais. Um desafio que se coloca.
* edição de 13/11/07 do Açorino Oriental
Alexandre Pascoal
A produção cultural nos Açores está condicionada pelo seu carácter disperso, pela idiossincrasia da sua cultura, pela formação dos seus executantes, pelo confronto com outras influências e, sobretudo, pelo isolamento, cada vez menor, a que estão sujeitos os criadores insulares. O confronto com novas linguagens, abordagens e um público esclarecido definem, em muito, a evolução operada no sector. Público e artistas/criadores partilham, actualmente, um palco comum. Assistimos a toda uma aprendizagem, difícil, a que estão sujeitos os diversos agentes culturais nas diversas áreas. A mutação de valores e de práticas alterou substancialmente as formas de ver e de olhar a cultura. A abertura de novos espaços e a renovação e reabilitação de outros possibilitou uma maior fruição e a programação regular de múltiplas formas artísticas, bem como o encontro regular de forma mais ou menos informal com artistas, jornalistas e críticos e tem permitido a difusão de capital informativo fundamental na prossecução de uma maior disseminação cultural. No entanto - e não obstante todas as alterações operadas no sector cultural público, privado, associativo e mesmo recreativo -, persiste um carácter amador intrínseco à actividade.
Existe uma série de condicionantes que interferem com uma actividade criativa regular, o que delimita a evolução em termos de dinâmica e mesmo de programação atempada, sendo que esta continua a ser, a par com uma articulação em rede de várias instituições, uma das lacunas a melhorar a curto prazo na região. Obviamente que a actividade cultural não gera per si rendimentos que a façam subsistir por si mesma. Toda e qualquer actividade cultural, seja ela de cariz associativo, de intercâmbio ou a itinerância, carece de um apoio institucional, municipal ou governamental. Contudo, acredito que, no conjunto das entidades envolvidas em torno da questão cultural, os números gerados pela dinâmica económica local são significativos, muito embora não haja dados que o comprovem, pelo menos, em termos oficiais. Um desafio que se coloca.
* edição de 13/11/07 do Açorino Oriental
Alexandre Pascoal
laboratório de acompanhamento artístico26, 27, 28 e 30 novembro_17h – 22h > EIRA 33 >
lisboa
coordenação > rafael alvarez
colaboração > teresa prima e joão olivieira
observadores > andré soares e catarina medina
público alvo > coreógrafos, estudantes de dança e teatro nível avançado e criadores, cuja prática artística manifeste uma necessidade constante de reflexão, reformulação e desenvolvimento do seu trabalho individual.
inscrição > 50 euros
data limite de inscrições > 22 de novembro
nº limite de inscrições > 12
produção > EIRAlocal >
EIRA 33_rua camilo castelo branco 33, 1º andar, lisboa+info > 21 353 09 31 91 2555 100
www.coleccaoprivada.blogspot.comprojecto finaciado pela Direcção-Geral das Artes/Ministério da Culturaconteúdos + objectivosEste laboratório focar-se-à num programa de coaching e feed-back para coreógrafos e outros criadores, proporcionando um espaço privilegiado à pesquisa, questionamento e experimentação de práticas coreográficas centradas num discurso autoral e no formato solo (preferencialmente);Terá como enunciado formal o desenvolvimento aprofundado de pesquisas e experiências que associem, cruzem ou problematizem o papel dos objectos, o seu uso ou manipulação enquanto metodologias, técnicas ou linguagens iconográficas e/ou conceptuais, em torno da criação coreográfica.Pretende-se proporcionar aos participantes, a oportunidade de discutir, reflectir e aprofundar o seu trabalho com uma equipa multidisciplinar com diferentes backgrounds mas que centram o seu trabalho em torno da dança. Permitindo-lhes definir e reequacionar o seu próprio vocabulário e adquirir uma distância crítica face à sua obra, analisando o seu trabalho, os seus enunciados e os seus métodos.Os participantes terão a possibilidade de desenvolver ou recriar um trabalho em curso ou já apresentado, ou ainda dar inicio a uma nova pesquisa/criação.No final do LAB haverá lugar à apresentação informal do trabalho desenvolvido.
* COLECÇÃO PRIVADA, último trabalho a solo de rafael alvarez [Festival CITEMOR / NEGÓCIO_zdb]
coordenação > rafael alvarez
colaboração > teresa prima e joão olivieira
observadores > andré soares e catarina medina
público alvo > coreógrafos, estudantes de dança e teatro nível avançado e criadores, cuja prática artística manifeste uma necessidade constante de reflexão, reformulação e desenvolvimento do seu trabalho individual.
inscrição > 50 euros
data limite de inscrições > 22 de novembro
nº limite de inscrições > 12
produção > EIRAlocal >
EIRA 33_rua camilo castelo branco 33, 1º andar, lisboa+info > 21 353 09 31 91 2555 100
www.coleccaoprivada.blogspot.comprojecto finaciado pela Direcção-Geral das Artes/Ministério da Culturaconteúdos + objectivosEste laboratório focar-se-à num programa de coaching e feed-back para coreógrafos e outros criadores, proporcionando um espaço privilegiado à pesquisa, questionamento e experimentação de práticas coreográficas centradas num discurso autoral e no formato solo (preferencialmente);Terá como enunciado formal o desenvolvimento aprofundado de pesquisas e experiências que associem, cruzem ou problematizem o papel dos objectos, o seu uso ou manipulação enquanto metodologias, técnicas ou linguagens iconográficas e/ou conceptuais, em torno da criação coreográfica.Pretende-se proporcionar aos participantes, a oportunidade de discutir, reflectir e aprofundar o seu trabalho com uma equipa multidisciplinar com diferentes backgrounds mas que centram o seu trabalho em torno da dança. Permitindo-lhes definir e reequacionar o seu próprio vocabulário e adquirir uma distância crítica face à sua obra, analisando o seu trabalho, os seus enunciados e os seus métodos.Os participantes terão a possibilidade de desenvolver ou recriar um trabalho em curso ou já apresentado, ou ainda dar inicio a uma nova pesquisa/criação.No final do LAB haverá lugar à apresentação informal do trabalho desenvolvido.
* COLECÇÃO PRIVADA, último trabalho a solo de rafael alvarez [Festival CITEMOR / NEGÓCIO_zdb]
Workshop - Agarrado a Nada com Tudo o que Tenho
Workshop com António Pedro Lopes-Para quem? Para todos que se interessem por dança, teatro, métodos de composição sejam profissionais do ramo do espectáculo ou não. Cada workshop terá o limite de 10 participantes.
Semanal- 3 a 7 de Dezembro, segunda a sexta das 19:30 ás 22:00 = 30 €
Fim de Semana Intensivo- 8 e 9 de Dezembro, sábado e domingo das 14:00 ás 20:00 = 25 €
Espaço 555, na Rua do Almada, 555 cidade do Porto
Inscrições e + Informações
Telemóvel: 917908484
E-mail: sapatospretos@gmail.com
Inscrições até 30 de Novembro.
Agarrado a nada com tudo o que tenho?Reunimo-nos como um grupo. Levantamos questões aos seus indivíduos.Confrontamo-nos com o precipício entre o que se diz, o que se faz, o que um outro vê no que é produzido em relação ao que foi dito anteriormente. Estamos confusos relativamente ao que é real e ao que é ficcional e movemo-nos entre construção e verdade. A autobiografia é utilizada como uma fonte compreensiva de criação de material performativo para depois ser completamente esquecida, deslocada e transformada. Cada um carrega a sua história para colocar uma questão, lidar com ela e depois permitir-se perder o chão e entregar-se a um caminho de abertura, compromisso e uma necessária capacidade de "não querer". Escrevemos constantemente informações sobre os outros para evoluirmos em processo de acumulação ( da construção do outro). Estabelecemos estruturas e casas desabitadas para as quais somos empurrados para existir, entrar e agir. Respeitamos o vocabulário de cada um e desafiamos estratégias de organização e possíveis tensões entre o indivíduo e o grupo, o presente e o passado, aqui e não aqui, foco e distracção, um corpo físico e um corpo de muitos estados.
António Pedro Lopes
Nasci em Ponta Delgada em 1981. De 1997 a 2007, viajei extensivamente na América do Norte, Europa, Sudoeste da Ásia e Austrália. Actualmente, vivo e trabalho no Porto. Comecei por estudar teatro musical com Mary Hayes Ernst em Santa Fé, Novo México onde representei 3 musicais sob sua direcção. Licenciei-me em Estudos Teatrais na Universidade de Évora e completei o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança no Porto. Estudei dança contemporânea em Évora, Lisboa, Nova Iorque, Milão, Porto e Viena. Nos últimos anos trabalhei entre outros com João Fiadeiro, Jérôme Bel e Miguel Pereira. Faço peças que abordam a minha formação indisciplinada, a minha deformação ou indefinição, a autobiografia, o nomadismo errante e paradoxos vários entre as quais se incluem :............................... (2004); entre tanto (2006); GO SOLO! (2007). Ensino em Portugal e França o laboratório de performance agarrado a nada com tudo o que tenho versando a exploração da autobiografia como princípio criador de materiais de espectáculo. Faço parte da plataforma internacional de colaboração artística SWEET AND TENDER.
Semanal- 3 a 7 de Dezembro, segunda a sexta das 19:30 ás 22:00 = 30 €
Fim de Semana Intensivo- 8 e 9 de Dezembro, sábado e domingo das 14:00 ás 20:00 = 25 €
Espaço 555, na Rua do Almada, 555 cidade do Porto
Inscrições e + Informações
Telemóvel: 917908484
E-mail: sapatospretos@gmail.com
Inscrições até 30 de Novembro.
Agarrado a nada com tudo o que tenho?Reunimo-nos como um grupo. Levantamos questões aos seus indivíduos.Confrontamo-nos com o precipício entre o que se diz, o que se faz, o que um outro vê no que é produzido em relação ao que foi dito anteriormente. Estamos confusos relativamente ao que é real e ao que é ficcional e movemo-nos entre construção e verdade. A autobiografia é utilizada como uma fonte compreensiva de criação de material performativo para depois ser completamente esquecida, deslocada e transformada. Cada um carrega a sua história para colocar uma questão, lidar com ela e depois permitir-se perder o chão e entregar-se a um caminho de abertura, compromisso e uma necessária capacidade de "não querer". Escrevemos constantemente informações sobre os outros para evoluirmos em processo de acumulação ( da construção do outro). Estabelecemos estruturas e casas desabitadas para as quais somos empurrados para existir, entrar e agir. Respeitamos o vocabulário de cada um e desafiamos estratégias de organização e possíveis tensões entre o indivíduo e o grupo, o presente e o passado, aqui e não aqui, foco e distracção, um corpo físico e um corpo de muitos estados.
António Pedro Lopes
Nasci em Ponta Delgada em 1981. De 1997 a 2007, viajei extensivamente na América do Norte, Europa, Sudoeste da Ásia e Austrália. Actualmente, vivo e trabalho no Porto. Comecei por estudar teatro musical com Mary Hayes Ernst em Santa Fé, Novo México onde representei 3 musicais sob sua direcção. Licenciei-me em Estudos Teatrais na Universidade de Évora e completei o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança no Porto. Estudei dança contemporânea em Évora, Lisboa, Nova Iorque, Milão, Porto e Viena. Nos últimos anos trabalhei entre outros com João Fiadeiro, Jérôme Bel e Miguel Pereira. Faço peças que abordam a minha formação indisciplinada, a minha deformação ou indefinição, a autobiografia, o nomadismo errante e paradoxos vários entre as quais se incluem :............................... (2004); entre tanto (2006); GO SOLO! (2007). Ensino em Portugal e França o laboratório de performance agarrado a nada com tudo o que tenho versando a exploração da autobiografia como princípio criador de materiais de espectáculo. Faço parte da plataforma internacional de colaboração artística SWEET AND TENDER.
Casting para coreografia Ladrões de Almas de Joana Providência
Intérprete Masculino para coreografia Ladrões de Almas de Joana Providência
Co-produção ACE/Teatro do Bolhão – Culturgest
Ensaios de 21 de Janeiro a 25 de Março
Carreira de 26 de Março a 19 de Abril
Data do Casting 7 a 11 de Janeiro
Inscrição ACE/Teatro do BolhãoDas 14h00 às 17h30Tel. 222 089 007
Co-produção ACE/Teatro do Bolhão – Culturgest
Ensaios de 21 de Janeiro a 25 de Março
Carreira de 26 de Março a 19 de Abril
Data do Casting 7 a 11 de Janeiro
Inscrição ACE/Teatro do BolhãoDas 14h00 às 17h30Tel. 222 089 007
Curso de Iniciação à Fotografia - Movimento de Expressão Fotográfica
Lançado o novo Curso de Iniciação à Fotografia para Janeiro de 2008
Carga horária
50 Horas (15 aulas)
Horário
Aulas Teóricas.14h30m/16h30m
Aulas Práticas. 14h30m/17h30m
Dias de formação
Sábados [início a 5 de Janeiro de 2008 e termo a 12 de Abril de 2008]
Trabalhos práticos
Nas datas de formação do curso.
Pré-requisitos
Aconselha-se o formando a ter máquina fotográfica manual própria. No entanto o MEF possui material fotográfico que pode disponibilizar nas saídas fotográficas.
Valor
125€
Incluídos
Material didáctico, tratamento digital das imagens seleccionadas e exposição virtual no site. Material de Laboratório.
A adquirir
Papel fotográfico de P&B, rolos fotográficos.
Formadores
Luís Rocha, Tânia Araújo, José Oliveira.
Mais Informações em:
http://geral.mef.googlepages.com/cursoiniciacaoafotografia
MEF – Movimento de Expressão Fotográfica
Tel.: 96 252 74 53 geral.mef@gmail.comhttp://www.mef.pt http://newsletterprovadecontacto.blogspot.com
Carga horária
50 Horas (15 aulas)
Horário
Aulas Teóricas.14h30m/16h30m
Aulas Práticas. 14h30m/17h30m
Dias de formação
Sábados [início a 5 de Janeiro de 2008 e termo a 12 de Abril de 2008]
Trabalhos práticos
Nas datas de formação do curso.
Pré-requisitos
Aconselha-se o formando a ter máquina fotográfica manual própria. No entanto o MEF possui material fotográfico que pode disponibilizar nas saídas fotográficas.
Valor
125€
Incluídos
Material didáctico, tratamento digital das imagens seleccionadas e exposição virtual no site. Material de Laboratório.
A adquirir
Papel fotográfico de P&B, rolos fotográficos.
Formadores
Luís Rocha, Tânia Araújo, José Oliveira.
Mais Informações em:
http://geral.mef.googlepages.com/cursoiniciacaoafotografia
MEF – Movimento de Expressão Fotográfica
Tel.: 96 252 74 53 geral.mef@gmail.comhttp://www.mef.pt http://newsletterprovadecontacto.blogspot.com
José Nuno da Câmara Pereira - Galeria Carmina


Carmina Galeria - exposição do pintor José Nuno da Câmara Pereira – “Percursos na obra de José Nuno” - inauguração dia 24 de Novembro de 2007, das 18h00 às 20h30, e estará patente ao público até dia 06 de Janeiro de 2008.
José Nuno da Câmara Pereira nasceu em 1937, na Ilha de Santa Maria, Açores, Licenciado em Pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Artista residente do Centro de Arte Moderna em 1985-86 e bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso- Americana (1987,88). Durante este período frequentou o Center for Advanced Visual Studies do M.I.T. – Massachusetts Institute of Tecnology, Cambridge USA. Além das exposições individuais e colectivas que participou, destacam-se os prémios que ganhou nos anos oitenta:
· 1984 - O Futuro é já hoje? Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian
· 1984 - 1º Bienal dos Açores e Atlântico Menção Honrosa da SREC
· 1986 - III Exposição de Artes Plásticas Fundação Calouste Gulbenkian
· 1986 - AICA—Philae 1ª Prémio da Associação Internacional de Críticos de Arte (AJCA)
· 1987 - Artista do ano de 1986 Prémios SEAT atribuídos às figuras que se destacaram nas diferentes áreas de intervenção social no país.
· 2000 - Prémio Domingos Rebelo. Direcção Regional da Cultura Açores.
Está igualmente representado naquilo que se designa como Arte Pública em:
· Paredes descofradas no altar-mor e na entrada da Igreja Matriz de Almada, a convite do Arquitecto Nuno Teotónio Pereira.
· Instalações / Homenagens a Goethe e Fernando Pessoa, Círculo de Leitores – Lisboa
· Relevos da entrada e envolvente da escadaria da Biblioteca Pública de Ponta Delgada, e tecto do Teatro Faialense, a convite do Arquitecto José Lamas.
· Painel de Azulejo, Escola Secundária de Lagoa, São Miguel
· Painel de Azulejos para Jardim dos Corte-Reais, Angra do Heroísmo.
· Painel de Azulejos, Jardim Público de Angra do Heroísmo.
· Jardim de Pedra para as Vinhas do Pico (candidatas a Património da Humanidade)
· Escultura Pública, “Áxis”, Pousada do Castelinho de S. Sebastião, 2006
Para mais informações consulte www.carminagaleria.com
19/11/07
PROGRAMA GULBENKIAN CRIATIVIDADE E CRIAÇÃO ARTÍSTICA
CURSO DE ARTES DA PERFORMANCE INTERDISCIPLINARES E TECNOLÓGICAS
Interdisciplinary and Technological Performance Arts Course
16 de Junho a 23 de Agosto de 2008
CANDIDATURAS ATÉ 11 DE DEZEMBRO DE 2007
consulte site www.programacriatividade.gulbenkian.pt
Teresa Meira Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
telf: 21 7823066
e-mail: tmeira@gulbenkian.pt
www.programacriatividade.gulbenkian.pt
Interdisciplinary and Technological Performance Arts Course
16 de Junho a 23 de Agosto de 2008
CANDIDATURAS ATÉ 11 DE DEZEMBRO DE 2007
consulte site www.programacriatividade.gulbenkian.pt
Teresa Meira Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
telf: 21 7823066
e-mail: tmeira@gulbenkian.pt
www.programacriatividade.gulbenkian.pt
A Moreia - O DRAGOEIRO

"A MOREIA" A PARTIR DE NELSON RODRIGUES
O espectáculo A Moreia é uma história livremente recriada a partir da peça A Serpente. Este texto, de um dos maiores dramaturgos de sempre, Nelson Rodrigues, conta a história de duas irmãs, ambas apaixonadas pelo mesmo homem, que casam no mesmo dia e que vão morar juntas, na mesma casa, com os respectivos maridos. Um ano depois, uma vive uma intensa lua-de-mel e a outra é praticamente virgem. Angustiada, a irmã infeliz, expulsa o marido de casa e dá conta das suas pretensões suicidas. Desesperada a irmã feliz propõe uma noite com o seu marido. Instala-se o conflito dramático: Trama de ciúmes, desconfianças, ódios e manipulações passam a dominar a acção.
M/16
Encenação: Nelson Monforte Elenco: Ana Cunha,Leonor Cabral e Pedro Teixeira - Produção O Dragoeiro - Companhia Teatral
NOV.2008
Grupo Central - às 21h.30
O espectáculo A Moreia é uma história livremente recriada a partir da peça A Serpente. Este texto, de um dos maiores dramaturgos de sempre, Nelson Rodrigues, conta a história de duas irmãs, ambas apaixonadas pelo mesmo homem, que casam no mesmo dia e que vão morar juntas, na mesma casa, com os respectivos maridos. Um ano depois, uma vive uma intensa lua-de-mel e a outra é praticamente virgem. Angustiada, a irmã infeliz, expulsa o marido de casa e dá conta das suas pretensões suicidas. Desesperada a irmã feliz propõe uma noite com o seu marido. Instala-se o conflito dramático: Trama de ciúmes, desconfianças, ódios e manipulações passam a dominar a acção.
M/16
Encenação: Nelson Monforte Elenco: Ana Cunha,Leonor Cabral e Pedro Teixeira - Produção O Dragoeiro - Companhia Teatral
NOV.2008
Grupo Central - às 21h.30
Terceira
Estreia dia 23 de Nov. e 24 matiné (às 17h) Teatro Angrense
28,29 e 30 Ramo Grande - Praia da Vitória
Estreia dia 23 de Nov. e 24 matiné (às 17h) Teatro Angrense
28,29 e 30 Ramo Grande - Praia da Vitória
DEZ.2008
Grupo Central - às 21h.30
S. Jorge
1 e 2 Auditório Municipal das Velas
Pico
7 - S. Mateus (Madalena)
8 - (às 22h.30) Auditório Municipal das Lajes
9 - EBS Cais do Pico
1 e 2 Auditório Municipal das Velas
Pico
7 - S. Mateus (Madalena)
8 - (às 22h.30) Auditório Municipal das Lajes
9 - EBS Cais do Pico
Faial
14 15 e 16 (17h) Teatro Faialense
Contactos/informações:Teatro O Dragoeiro – Companhia Profissional dos Açores- Telefones:936064295 –964969197 - E-Mail:odragoeiro@gmail.com – http://www.odragoeiro.com/
14 15 e 16 (17h) Teatro Faialense
Contactos/informações:Teatro O Dragoeiro – Companhia Profissional dos Açores- Telefones:936064295 –964969197 - E-Mail:odragoeiro@gmail.com – http://www.odragoeiro.com/
NADA edita o 10º volume da sua colecção

O Preço mantém-se nos 9 € e continua à venda nas livrarias habituais (ou através do mail@nada.com.pt).
A NADA já se encontra á venda e em várias livrarias de São Paulo.
O próximo volume sairá em marco de 2008.
Destaques desta edição:
JORGE LEANDRO ROSA
O Corpo e a Carne: Duplicidades Contemporâneas
O Corpo e a Carne: Duplicidades Contemporâneas
LUÍS GRAÇA
Intersecções, confrontações, apropriações, incorporações, comparações, relações: A arte biológica vista do laboratório
SUSANA VENTURA
E o elevador irrompeu em direcção ao céu, atravessando as nuvens, rumo ao infinito
JOÃO OLIVEIRA
Irene Izes
A DASILVA
OIncontornável
BYRON KALDIS
Estudos Culturais e Formas de Arte Pós-Moderna: Os Novos Movimentos Sociais?A Construção Política da Esperança Colectiva
DANIEL INNERARITYSUSANA VIEGAS
A Máquina Desejante de João César Monteiro
A Máquina Desejante de João César Monteiro
ADAM ZARETSKY
Birland & Balde de FACS
SILVA CARVALHO
Reflexões
JOÃO URBANOO
Homem sem Bagagem
Entrevistas a JOSÉ LUÍS GARCIA [A geração de 60/70, as metamorfoses da política e os dilemas da tecnociência] e a RUDOLF BANNASCH [O futuro começa agora]
mais informações, locais de venda e assinaturas em http://www.nada.com.pt/
contacto mail@nada.com.pt, ou 962560227
____
Edição UR Rua Dr. João Soares, 13, 1º Esq. 1600-060 Lisboa
Telf. 21 796 52 58 Fax 21 796 52 58
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Lisboa, 18 de Novembro de 2007
contacto mail@nada.com.pt, ou 962560227
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Edição UR Rua Dr. João Soares, 13, 1º Esq. 1600-060 Lisboa
Telf. 21 796 52 58 Fax 21 796 52 58
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Lisboa, 18 de Novembro de 2007
Espectáculo-recital "Matéria de poesia", dia 22 de Novembro às 21h30 na sede do Alpendre

O espectáculo
Dia 22 de Novembro às 21h30
na sede do Alpendre
ficha artística
autores Sophia de Mello Breyner Andresen, Adélia Prado, Manoel de Barros, Carlos de Oliveira e Alexandre O'Neill
guião e direcção artística António Augusto Barros
elenco António Jorge, Maria João Robalo, Sílvia Brito e Sofia Lobo
adereços Ana Rosa Assunção e António Jorge
sinopse
Definido como um "espectáculo-recital", Matéria de Poesia afasta-se do formato convencional dos recitais de poesia, assumindo um claro cruzamento entre as linguagens da poesia e do teatro e tirando o máximo partido das vivíssimas imagens propostas pelos autores. Em relação a cada um dos poemas, a companhia propõe uma leitura cénica que partilha com o espectador ao representá-los em palco.
O destaque conferido aos poemas de Adélia Prado e Manoel de Barros, pouco divulgados em Portugal, proporciona ao espectador um percurso por passagens seleccionadas da poesia brasileira contemporânea, num registo que experimenta os "deslimites da palavra" e as suas múltiplas inscrições no corpo e no espaço. Procura-se valorizar, pela voz dos actores, a sensibilidade e a subtileza da palavra escrita, mas também a dimensão lúdica que os autores associam, nos textos que escolhemos, ao próprio acto de criação poética, ao próprio acto de criação artística.
A Escola da Noite
A Escola da Noite é uma companhia de teatro profissional sediada em Coimbra desde 1992, financiada pelo Ministério da Cultura. Ao longo de 15 anos de actividade, estreámos 40 espectáculos, construindo e consolidando uma linguagem artística própria, assente na experimentação e na formação constantes e no equilíbrio, em termos de reportório, entre autores clássicos e contemporâneos. Para além de Gil Vicente, elemento essencial no nosso percurso, destacamos as visitas ao Teatro Grego (Ésquilo e Eurípides), à dramaturgia portuguesa contemporânea (Vicente Sanches e Abel Neves) e à dramaturgia universal (Beckett, Achternbusch, Büchner, Maquiavel, Lorca, Tchékhov, entre outros), bem como a atenção particular dada ao mundo lusófono, quer quanto ao reportório, quer quanto aos parceiros com quem temos desenvolvido colaborações.
Paralelamente às temporadas em Coimbra, a companhia atribui particular importância à itinerância dos seus espectáculos, mantendo-se fiel ao objectivo da descentralização, um dos princípios sob os quais foi fundada. Desde 1992, A Escola da Noite visitou mais de 40 localidades nacionais e efectuou digressões à Bélgica, ao Brasil, a Moçambique, à Guiné-Bissau e a Espanha. Para além da produção e apresentação dos seus espectáculos, o trabalho da companhia estende-se aos domínios da formação (actores, produtores, técnicos, amadores de teatro, professores), da programação e do trabalho com o público escolar.
Actualmente, A Escola da Noite está instalada na Oficina Municipal do Teatro, um edifício novo, construído especificamente para o efeito de sala de teatro e cuja tipologia (espaço amplo, permitindo diferentes configurações na relação palco-plateia) foi definida pela companhia. Inaugurámo-la em Outubro de 2002, com a abertura do projecto Vicente n'A Escola, e desde então estreámos aqui 13 novos espectáculos, apresentados em mais de 300 sessões.
Em 2007, a companhia apresenta um ciclo de três espectáculos construídos a partir das peças em um acto de Anton Tchékhov e regressa a Gil Vicente, com uma nova encenação de "Auto da Índia".
Alpendre - Grupo de Teatro
Apartado 156
9701-902 Angra do Heroísmo
Telefone e fax: +351 295 214 873
15/11/07
14/11/07
Quorum Ballet - Teatro Angrense - 21h30

Próximo Sábado
17 de Novembro
17 de Novembro
Companhia de Dança Contemporânea Quorum Ballet
Teatro Angrense, 21.30 horas
A Quórum Ballet é uma companhia de dança contemporânea de repertório.
Em pouco de mais de um ano a Quórum Ballet, sem qualquer subsídio ou apoio financeiro, conseguiu atingir o objectivo de criar uma companhia de repertório de dança contemporânea em Portugal. Com uma estrutura bem definida e permanente, a companhia é presentemente integrada por seis bailarinos, alguns dos quais oriundos do extinto Ballet Gulbenkian, Companhia Nacional de Bailado, Martha Graham Dance Company e Peter Schaufuss Ballet, dois compositores e equipa técnica e administrativa.
12/11/07
Hei! Peça de teatro - As lágrimas Amargas de Petra Von Kant!

No próximo dia 17 de Novembro estreia, na sede do Alpendre,
a peça As lágrimas amargas de Petra Von Kant de Rainer Werner Fassbinder.
a peça As lágrimas amargas de Petra Von Kant de Rainer Werner Fassbinder.
Com encenação e direcção de actores de Eduarda Borba,
este espectáculo vai estar em cartaz nos dias 17, 18, 24 e 25 de Novembro
e 1 de Dezembro, às 21h30.
este espectáculo vai estar em cartaz nos dias 17, 18, 24 e 25 de Novembro
e 1 de Dezembro, às 21h30.
Sinopse:
"Sidódina – Não Petra! Por favor.
Petra – Agora ouves a história até ao fim. Ele montava-me como um touro monta a vaca.
Sem a menor atenção, sem se preocupar com o prazer de mulher.
As dores, Sidónia, as dores, nem podes imaginar.
E quando eu, mesmo assim às vezes… que vergonha! Que vergonha. Tive tanta vergonha.
Ele a julgar que eu gritava de amor, de gratidão. Era mesmo estúpido, estúpido.
Os homens são muito estúpidos."
in As lágrimas amargas de Petra Von Kant
"Um realismo agreste, não desdenhando da exploração do grotesco,
que põe a descoberto as grandes paixões e as pequenas turpitudes
dos indivíduos e dos grupos sociais no tempo de sofreguidão e violência
dos nossos dias."Eduarda Borba
Ficha Técnica
Produção. Alpendre – Grupo de Teatro
Peça. As lágrimas amargas de Petra Von Kant
Autor. Rainer Werner Fassbinder
Tradução . Yvette Centeno
Encenação e direcção de actores: Eduarda Borba
Actores . Luís Carvalho. Judite Parreira. Filomena Ferreira. Soraia Aguiar. Milú Leandro
Operação de luz e som. Markus Trovão
Caracterização. Beauty Sun
Guarda-roupa. Teresa Soares. Boutique Coquete
10/11/07
Balaou - Estúdio da Bomba Suicida 15 de Novembro

"Depois da viagem a Vancouver e Vienna, onde o Balaou pôde ser visto por perto de 600pessoas, entre marinheiros, viajantes e aspirantes, em 4 projecções com mais de 200garrafas distribuidas e duas lançadas no Oceano Pacífico e no rio Danúbio, voltamos a Lisboa para mais uma apresentação:
balaou
(77min, 2007)
15 Novembro
22h
Estúdio da Bomba Suicida
Rua Luz Soriano, 67-1ºposterior
(entrada pelo Rua dos Caetanos, em frente do Conservatório de Música ao Bairro Alto)
"Faz agora sete meses que a Blé, minha mãe, morreu.
Estou em frente do mar de São Miguel nos Açores,
a terra da família distante.
Encontro a tia-avó Maria do Rosário, 91 anos, à procura do seu momento para partir.
Fala-me de Deus. À sua volta, os bebés nascem.
Todos passam pelo mar da ilha, negro, vulcânico.
É aqui que encontro a Florence e o Beru, um casal francês que todos os anos cruza o Atlântico no Balaou, um barco à vela.
Convidam-me a continuar a viagem com eles. Mando fora o bilhete de avião e faço-me ao mar alto.Dividido em três momentos e oito lições, BALAOU é uma viagem para aceitar o esquecimento das coisas."
Com: Florence Beaufrère, Hubert Gidon (Beru) e Gonçalo Tocha
Banda-Sonora: Dídio Pestana
Pós-Produção Vídeo: Catherine Villeret
Grafismo, Animação: Sérgio Bernardo
Mistura de Som: André Neto
Tradução: Mariana Vieira, Isabel Gentil, Sérgio Rafael, Susana Oliveira
Revisão: François Delayre e Mário Gomes
Assistente Divulgação: Joana Morgado
Apoio: NuCiVo, AEFLUL, etic
Escrita, Imagem, Montagem, Som: Gonçalo Tocha"
09/11/07
SEM REDE

SEM REDE
de Cristina Mateus, Fernando José Pereira e Miguel Leal
no Museu Nogueira da Silva Galeria da Universidade (UM), em Braga
de Cristina Mateus, Fernando José Pereira e Miguel Leal
no Museu Nogueira da Silva Galeria da Universidade (UM), em Braga
Inaugura dia 9 de Novembro de 2007 às 21 horas
Até 30 de Novembro de 2007
Museu Nogueira da Silva/Universidade do Minho
Av. Central, 61
4710-228 Braga Portugal
http://www.uminho.pt/
informações
sec@mnsuminho.pt
+351 253601275
***********
SEM REDE
A ideia de rede, nos nossos dias, é inseparável da noção de comunicação. Ter rede, em todo o lado, da forma mais alargada, é uma das mais fortes utopias contemporâneas. É mesmo a nova obsessão. Estar na rede é estar ligado, estar in. Fora dela, resta a exclusão que nos coloca out. A rede apresenta-se como paradigma para toda a envolvência social, cultural ou artística. Parece pois impossível não estar ligado ou, pelo menos, tentar escolher outras perspectivas, menos formatadas, das ligações que as redes proporcionam.
Contudo, a ideia de rede, felizmente, não se esgota nessa única possibilidade de interpretação. Como em tantos outros casos, também esta é uma palavra que aparece frequentemente esvaziada de sentido e o seu significado reduzido de modo simplista, numa dessas operações implosivas que condenam a língua a uma morte por asfixia. Devemos procurar escapar a esse fatalismo da subtracção do sentido e recordar que a multiplicidade semântica da rede é muito mais ampla. Foi aí que sempre quisemos estar, numa zona aberta à pluralidade significacional, sem fobias, muito contemporâneas, de encaminhamento unidireccional.
Sem rede apresenta-se, então, como uma espécie de jogo com a essência experimental das coisas. Nasce como um projecto sem um programa rígido e enfrentando o desafio de experimentar não apenas com o espaço, as circunstâncias particulares da exposição ou o trabalho de cada um de nós, mas sobretudo com a própria ideia de um encontro que sendo inevitável é também imprevisível. Trata-se de jogar com as ideias de imprevisibilidade e de risco, buscando o puro gozo de arriscar sem rede.
Parecendo ser paradoxal, olhando para os nossos percursos, na realidade nunca nos sentimos minimamente deslumbrados com a ideia de novidade ou com essas outras ligações comunicacionais, antes com a noção de risco. Foi esta noção de risco que nos levou até à rede, e é também ela que nos permite escolher estar fora da rede, mantendo assim o (des)equilíbrio necessário. A questão não será tanto a de estar in ou out, na rede ou fora dela, mas sim a de saber ligar e desligar, mantendo a potência absoluta da escolha e o risco da experimentação.
Na verdade, somos uma espécie de funâmbulos, sem rede.
Cristina Mateus, Fernando José Pereira, Miguel Leal
Av. Central, 61
4710-228 Braga Portugal
http://www.uminho.pt/
informações
sec@mnsuminho.pt
+351 253601275
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SEM REDE
A ideia de rede, nos nossos dias, é inseparável da noção de comunicação. Ter rede, em todo o lado, da forma mais alargada, é uma das mais fortes utopias contemporâneas. É mesmo a nova obsessão. Estar na rede é estar ligado, estar in. Fora dela, resta a exclusão que nos coloca out. A rede apresenta-se como paradigma para toda a envolvência social, cultural ou artística. Parece pois impossível não estar ligado ou, pelo menos, tentar escolher outras perspectivas, menos formatadas, das ligações que as redes proporcionam.
Contudo, a ideia de rede, felizmente, não se esgota nessa única possibilidade de interpretação. Como em tantos outros casos, também esta é uma palavra que aparece frequentemente esvaziada de sentido e o seu significado reduzido de modo simplista, numa dessas operações implosivas que condenam a língua a uma morte por asfixia. Devemos procurar escapar a esse fatalismo da subtracção do sentido e recordar que a multiplicidade semântica da rede é muito mais ampla. Foi aí que sempre quisemos estar, numa zona aberta à pluralidade significacional, sem fobias, muito contemporâneas, de encaminhamento unidireccional.
Sem rede apresenta-se, então, como uma espécie de jogo com a essência experimental das coisas. Nasce como um projecto sem um programa rígido e enfrentando o desafio de experimentar não apenas com o espaço, as circunstâncias particulares da exposição ou o trabalho de cada um de nós, mas sobretudo com a própria ideia de um encontro que sendo inevitável é também imprevisível. Trata-se de jogar com as ideias de imprevisibilidade e de risco, buscando o puro gozo de arriscar sem rede.
Parecendo ser paradoxal, olhando para os nossos percursos, na realidade nunca nos sentimos minimamente deslumbrados com a ideia de novidade ou com essas outras ligações comunicacionais, antes com a noção de risco. Foi esta noção de risco que nos levou até à rede, e é também ela que nos permite escolher estar fora da rede, mantendo assim o (des)equilíbrio necessário. A questão não será tanto a de estar in ou out, na rede ou fora dela, mas sim a de saber ligar e desligar, mantendo a potência absoluta da escolha e o risco da experimentação.
Na verdade, somos uma espécie de funâmbulos, sem rede.
Cristina Mateus, Fernando José Pereira, Miguel Leal
IAC APRESENTA NOS AÇORES A EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA LA MIRADA PANORÁMICA
IAC-Instituto Açoriano de Cultura apresenta nos Açores, mais particularmente na ilha Terceira, a exposição colectiva de fotografia digital La Mirada Panorámica, resultado do IIº Encuentro de Fotografia Digital de la Macanonesia, levado a efeito no passado ano de 2006, pelo Cabildo de Gran Canaria.A exposição, que estará patente na Pousada de S. Sebastião (Castelinho) e no Museu de Angra do Heroísmo, terá a sua inauguração na próxima sexta-feira, dia 9 de Novembro, pelas 18h00, na Pousada de S. Sebastião.
Esta exposição, na qual se reúnem obras de doze artistas oriundos das Canárias, Madeira e Açores, é comissariada por Ignacio Pérez Aguiar e é ainda consequência da realização do PAAD-Projecto Atlântico de Arte Digital, que foi desenvolvido com financiamento concedido através do Programa de Iniciativa Comunitária INTERREG III B, do qual o IAC-Instituto Açoriano de Cultura foi chefe de fila.
Ainda no âmbito deste projecto, o IAC teve já a oportunidade de apresentar nos Açores, em Março de 2006, a exposição Paisage Inventado, também de fotografia digital, na sequência do Iº Encuentro de Fotografia Digital de la Macanonesia, o que sobremaneira justifica agora a apresentação desta mostra.
São estas as pontes atlânticas que resultaram positivamente da realização do PAAD-Projecto Atlântico de Arte Digital, permitindo-lhe alcançar objectivos como a criação e sustentação de uma rede de criadores da Macaronésia motivados para a utilização das novas ferramentas digitais nos seus processos criativos, de que esta exposição não é mais do que uma concretização material.
As parcerias estabelecidas com o Cabildo de Gran Canaria, com o Museu de Angra do Heroísmo e com a Pousada de S. Sebastião, para a realização desta exposição na ilha Terceira, vêm também enriquecer significativamente esta ocasião e são merecedoras da mais distinta referência.
Hei! Filme: A Eternidade e Um Dia, de Theo Angelopoulos
Cinema Alternativo
IAC-Instituto Açoriano de Cultura
Nesse dia encontra um rapaz albanês, um emigrante ilegal que ele ajuda a passar a fronteira. E conta-lhe a história de um poeta grego que vivia em Itália e que, de volta à Grécia, comprava palavras às pessoas do povo para escrever poemas na sua língua materna. Agora é o rapaz que vende algumas palavras a Alexandre. Palavras que trazem Anna de volta e, com ela, a vida. Tudo isto num único dia... e para a eternidade.
PALMA DE OURO 1998
Realização: Theo Angelopoulos
Elenco: Bruno Ganz, Isabelle Renauld, Fabrizio Bentivoglio,
Achileas Skevis, Alexandra Ladikou, Despina Bebedelli
Género: Drama
Título original: Mia aioniotita kai mia mera
Grécia, 1998
Duração: 2h 12m
Classif.: M/12 anos
IAC-Instituto Açoriano de Cultura

Sábado, 10 de Novembro, pelas 18h, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo
Domingo, 11 de \nNovembro, pelas 21h, no Auditório do Ramo Grande, na Praia da Vitória
Amanhã, segunda-feira, Alexandre vai dar entrada no hospital: "Quando as dores se tornarem insuportáveis", tinha-lhe dito o médico. Entretanto arruma a casa. Prepara-se para deixar a velha casa à beira-mar onde sempre viveu. Encontra as cartas de Anna, a sua mulher, morta há muito e apercebe-se do quanto ela o amava. Um amor que na altura ele tinha como garantido. As recordações começam a voltar como a maré-cheia.
Domingo, 11 de Novembro, pelas 21h, no Auditório do Ramo Grande, na Praia da Vitória
Amanhã, segunda-feira, Alexandre vai dar entrada no hospital: "Quando as dores se tornarem insuportáveis", tinha-lhe dito o médico. Entretanto arruma a casa. Prepara-se para deixar a velha casa à beira-mar onde sempre viveu. Encontra as cartas de Anna, a sua mulher, morta há muito e apercebe-se do quanto ela o amava. Um amor que na altura ele tinha como garantido. As recordações começam a voltar como a maré-cheia.
Domingo, 11 de Novembro, pelas 21h, no Auditório do Ramo Grande, na Praia da Vitória
Amanhã, segunda-feira, Alexandre vai dar entrada no hospital: "Quando as dores se tornarem insuportáveis", tinha-lhe dito o médico. Entretanto arruma a casa. Prepara-se para deixar a velha casa à beira-mar onde sempre viveu. Encontra as cartas de Anna, a sua mulher, morta há muito e apercebe-se do quanto ela o amava. Um amor que na altura ele tinha como garantido. As recordações começam a voltar como a maré-cheia.
Nesse dia encontra um rapaz albanês, um emigrante ilegal que ele ajuda a passar a fronteira. E conta-lhe a história de um poeta grego que vivia em Itália e que, de volta à Grécia, comprava palavras às pessoas do povo para escrever poemas na sua língua materna. Agora é o rapaz que vende algumas palavras a Alexandre. Palavras que trazem Anna de volta e, com ela, a vida. Tudo isto num único dia... e para a eternidade.
PALMA DE OURO 1998
Realização: Theo Angelopoulos
Elenco: Bruno Ganz, Isabelle Renauld, Fabrizio Bentivoglio,
Achileas Skevis, Alexandra Ladikou, Despina Bebedelli
Género: Drama
Título original: Mia aioniotita kai mia mera
Grécia, 1998
Duração: 2h 12m
Classif.: M/12 anos
08/11/07
Quando o amor nos move....

O que faria se descobrisse a rapariga dos seus sonhos no metro? Patrick Moberg, 21 anos, deu uso à suas aptidões para o "webdesign" e criou um site para a encontrar. O problema de Patrick será descobrir entre os 8,2 milhões habitantes de Nova Iorque a mulher que no último domingo viajava por volta das 21h30 na linha cinco do metro.
Como abordar uma desconhecida? Primeiro o contacto visual. Talvez um sorriso. Depois uma aproximação. A medo, perguntar o nome e um contacto. Ter uma conversa de ocasião. Com sorte, encontrar pontos em comum. Patrick quis pôr estas regras do manual universal de conquista em prática. Mas por ser “tímido e romântico” não foi capaz, confessou ao "New York Post". Na última estação, Bowling Green, resolveu aproximar-se. Ainda tentou segui-la no meio da confusão. Mas a multidão envolveu-a e Patrick perdeu-a de vista numa esquina do subterrâneo de Nova Iorque. Para muitos que já foram atacados pela “paixão à primeira vista” seria o fim da conquista. Pensariam que dificilmente a voltariam a ver – ainda para mais na populosa Nova Iorque – e esqueceriam a fugaz atracção depois de uma noite de sono. Mas Patrick não desistiu e publicou no site www.nygirlofmydreams.com/ um esboço da “rapariga dos seus sonhos”: cabelo castanho entrançado e com uma flor do lado esquerdo, maçãs do rosto coradas, calções de ginásio azuis por cima de collants da mesma cor e escrevendo num bloco. Ao lado o seu desenho, para o caso de a desconhecida ter sentido o mesmo durante o “muito sólido contacto visual” (segundo descrição de Patrick) entre os dois. No mesmo esboço, Patrick descreve-se como alto e magro, sublinhando que não está louco, mas sim “atraído pela rapariga”.
Desde segunda-feira, quando criou o site, o endereço de e-mail e o telefone de Patrick têm sido inundados com mensagens de apoio. A cadeia televisiva CNN já o contactou para uma entrevista.
O seu patrão na Vimeo (que faz partilha de vídeos online) gravou uma declaração em que Patrick explica o que lhe aconteceu (http://laughingsquid.com/help-patrick-moberg-find-the-ny-girl-of-his-dreams). Patrick, nascido na cidade de Nashville, estado do Tennessee, vive em Nova Iorque desde o Verão. Em três dias conseguiu os 15 minutos de fama que muitos procuram toda a vida. E tudo em nome da “química” sentida num transporte público. Patrick arriscou.
Será que vai conseguir encontrar a jovem desconhecida? Por enquanto, garante que deixará o site a funcionar o máximo tempo possível. Até se conhecerem. Depois quem sabe...
Número-Projecta'07 - 8.º Festival Internacional de Artes Multimédia, Cinema e Música de Lisboa


Música electrónica, cinema, artes multimédia, cruzamentos vistos e desejados - é este o cenário para mais um Número-Projecta. A 8.ª edição do festival decorre em Lisboa, entre os dias 9 e 14 de Novembro, e dá particular destaque à presença de artistas espanhóis, convidados a mostrar o que de mais estimulante faz o seu país nestas áreas.
O São Jorge, o Quarteto e o Centro Cultural O Século vão receber um leque imenso de eventos e iniciativas, entre concertos, ciclos de cinema, espectáculos multimédia, actuações de DJ e VJ, etc.
Um dos destaques da programação vai para a actuação do duo alemão Cluster. Juntos, Schnitzler e Roedelius compõem um dos mais importantes projectos do space-rock dos anos 70. Experimentar é com eles. Surpreender também. De Berlim chega também Frank Bretschneider, um artista com queda para um minimalismo que não dispensa a associação da estética sonora às artes visuais. Vem apresentar o mais recente trabalho, "Rhythm". Outro momento a que convém não faltar é a prestação do espanhol Oriol Rossel. Ele sabe do que fala quando produz som - além de artista e melómano, é jornalista especializado em música de vanguarda. Atenção também ao norte-americano Sutekh. O músico e produtor de electrónica experimental preparou para o Número um set exclusivo.
No plano cinemático, a programação divide-se entre antestreias, retrospectivas, mostras e ciclos, com destaque para o novo cinema espanhol e para os chamados "pink films" (sado-erotismo).
A vídeo-arte é representada pelo projecto Heraclitus, pela selecção O Vídeo Vai Ao Cinema e pela antologia de obras do espanhol Manuel Saïz.
Mais informações disponíveis em http://www.numero-projecta.com/home.html
07/11/07
European Film Festival '07 - Novembro/Estoril
European Film Festival´07 - Master Class com Raoul Ruiz
17 Novembro às 14h00 no Hotel Mirage
"O Cinema: entre o Artesanato e as Novas Tecnologias" Realizador chileno, nasceu a 25 de Julho de 1941 em Puerto Montt. Devido a um golpe de estado militar no seu país em 1973, ele refugia-se em França, onde acaba por obter a nacionalidade. A sua carreira ganha uma nova dimensão na Europa, como tal, inspirado pela sua experiência pessoal, realiza La Vocation suspendue em 1977. Desde então, Raoul Ruiz jà fez mais de 80 filmes dos quais se destacam nos últimos 5 anos filmes tais como: Ce Jour-là, Une Place parmi les vivants, Vertige de la Plage Blanche, Chronique d’une Mise en Scene, Edipo, Dias do Campo, Le Domaine Perdu, Klimt, Nucingen, Le Don e La Recta Provincia. Alguns destes filmes estiveram presentes nos festivais internacionais de cinema de Cannes, Berlim, Locarno, S.Paulo, Veneza, Roterdão, Barcelona, Canadá, Rússia.
"O Cinema: entre o Artesanato e as Novas Tecnologias" Realizador chileno, nasceu a 25 de Julho de 1941 em Puerto Montt. Devido a um golpe de estado militar no seu país em 1973, ele refugia-se em França, onde acaba por obter a nacionalidade. A sua carreira ganha uma nova dimensão na Europa, como tal, inspirado pela sua experiência pessoal, realiza La Vocation suspendue em 1977. Desde então, Raoul Ruiz jà fez mais de 80 filmes dos quais se destacam nos últimos 5 anos filmes tais como: Ce Jour-là, Une Place parmi les vivants, Vertige de la Plage Blanche, Chronique d’une Mise en Scene, Edipo, Dias do Campo, Le Domaine Perdu, Klimt, Nucingen, Le Don e La Recta Provincia. Alguns destes filmes estiveram presentes nos festivais internacionais de cinema de Cannes, Berlim, Locarno, S.Paulo, Veneza, Roterdão, Barcelona, Canadá, Rússia.
14 Novembro às 17h00 no Foyer do Salão Preto e Prata, Casino Estoril"A Dança e o Cinema"
Bailarina, coreógrafa, encenadora, realizadora. Esta espanhola multifacetada e de vários talentos nasceu em Granada em 1964. Com apenas 17 anos partiu para Nova Iorque onde estudou na Escola de Martha Graham durante cinco anos. Assiste ao nascimento do Hip Hop no Spanish Harlem e cria um grupo de Flamenco-Rap. A viver em França desde 1992, Blanca Li tem deixado a sua marca em inúmeras actividades, num dos mais notáveis currículos da cultura europeia.
12 Novovembro às 11h00 no Casino Estoril
"O Cinema e a Música nos dias de hoje" No momento em que encena na Opera Bastille de Paris a "Tosca" e em que prepara a rodagem do seu próximo filme que vai decorrer em Portugal, Werner Schroeter vai encontrar-se com o público português. Um dos grandes acontecimentos do European Film Festival
As Master Class são de entrada livre. Os bilhetes podem ser levantados 48h antes no Casino Estoril
Mais detalhes em http://www.europeanfilmfestivalestoril.com
European Film Festival '07 - Pedro Almodovar. Encontro com o Público
European Film Festival '07 - Pedro Almodovar. Encontro com o Público
09 Novembro às 17h30 no Casino Estoril
O mais célebre dos realizadores espanhóis, vencedor de dois Óscares da Academia, vem ao Estoril acompanhar a retrospectiva do seu trabalho e receber um prémio especial do European Film Festival. Aproveitará a sua deslocação a Portugal para se encontrar com o seu público e discutir a sua carreira.
Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva
Estão abertas as candidaturas para a 2ª Edição do Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva, uma iniciativa do Instituto Camões e da FUNARTE (Fundação Nacional da Arte � Brasil) que conta com a parceria da Direcção-Geral das Artes e do Teatro Nacional de D. Maria II.
No âmbito deste acordo, compete ao Instituto Camões e à Funarte a atribuição anual do prémio e a respectiva edição, sendo competência da Direcção-Geral das Artes, Funarte e Teatro Nacional de D. Maria II a apresentação cénica do mesmo.
O Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva tem como principal objectivo reforçar as parcerias de desenvolvimento e cooperação cultural, na área do teatro, entre Portugal e o Brasil, bem como promover a escrita dramática em todos os seus géneros (teatro para adultos, teatro para a infância e juventude, entre outros) e incentivar o aparecimento de novos dramaturgos de língua portuguesa. Pretende-se, através do teatro, reflectir sobre a realidade dos dois países, mantendo vivo o significado de um património comum, no contexto de uma sociedade cada vez mais globalizada. De entre as personalidades, comuns à história dos dois países, que mais se distinguiram no respeito pela diversidade cultural, assumpção da diferença e cosmopolitismo, destaca-se a figura do Padre António Vieira, do qual se celebrará em 2008 o quadricentenário do nascimento.
A 1ª Edição do Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva, teve como vencedora a peça "A minha mulher" do escritor português José Maria Vieira Mendes. Os interessados em participar nesta 2ª Edição, deverão apresentar as suas propostas até 31 de Janeiro de 2008.
Os concorrentes serão seleccionados, numa primeira fase, em cada um dos países, por júris nacionais. Os oito concorrentes que passarem à segunda fase serão apreciados por um júri comum aos dois países que determinará o vencedor do Prémio. Este prémio compreende, para além da atribuição de um valor monetário de 15.000,00 euros, a edição do texto e a sua apresentação cénica em Portugal e no Brasil. O regulamento do Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva e a respectiva ficha de inscrição encontram-se disponíveis no sítio do Instituto Camões na Internet, em www.instituto-camoes.pt.
MAIS INFORMAÇÕES: Instituto Camões R. Rodrigues Sampaio, 113, Lisboa www.instituto-camoes.pt Tel. 21 310 91 00
No âmbito deste acordo, compete ao Instituto Camões e à Funarte a atribuição anual do prémio e a respectiva edição, sendo competência da Direcção-Geral das Artes, Funarte e Teatro Nacional de D. Maria II a apresentação cénica do mesmo.
O Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva tem como principal objectivo reforçar as parcerias de desenvolvimento e cooperação cultural, na área do teatro, entre Portugal e o Brasil, bem como promover a escrita dramática em todos os seus géneros (teatro para adultos, teatro para a infância e juventude, entre outros) e incentivar o aparecimento de novos dramaturgos de língua portuguesa. Pretende-se, através do teatro, reflectir sobre a realidade dos dois países, mantendo vivo o significado de um património comum, no contexto de uma sociedade cada vez mais globalizada. De entre as personalidades, comuns à história dos dois países, que mais se distinguiram no respeito pela diversidade cultural, assumpção da diferença e cosmopolitismo, destaca-se a figura do Padre António Vieira, do qual se celebrará em 2008 o quadricentenário do nascimento.
A 1ª Edição do Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva, teve como vencedora a peça "A minha mulher" do escritor português José Maria Vieira Mendes. Os interessados em participar nesta 2ª Edição, deverão apresentar as suas propostas até 31 de Janeiro de 2008.
Os concorrentes serão seleccionados, numa primeira fase, em cada um dos países, por júris nacionais. Os oito concorrentes que passarem à segunda fase serão apreciados por um júri comum aos dois países que determinará o vencedor do Prémio. Este prémio compreende, para além da atribuição de um valor monetário de 15.000,00 euros, a edição do texto e a sua apresentação cénica em Portugal e no Brasil. O regulamento do Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva e a respectiva ficha de inscrição encontram-se disponíveis no sítio do Instituto Camões na Internet, em www.instituto-camoes.pt.
MAIS INFORMAÇÕES: Instituto Camões R. Rodrigues Sampaio, 113, Lisboa www.instituto-camoes.pt Tel. 21 310 91 00
Encontro sobre Crítica de Dança 17 Nov - 18 Nov 2007 - Serralves

Sala Multiusos
A Fábrica de Movimentos promove nos dias 17 e 18 de Novembro, um "Encontro sobre Crítica de Dança", com curadoria de Tiago Bartolomeu Costa e o acolhimento da Fundação de Serralves.Pensar a crítica em dança, partindo de um conjunto organizado de encontros e debates entre críticos, programadores, criadores e públicos é o projecto desta iniciativa.Que lugar para a crítica em dança? O Encontro propõe problematizar o diálogo entre a crítica e os seus leitores e discutir os vários universos referenciais, as diferentes ferramentas e lógicas de concepção de um discurso para melhor entendermos de que falamos quando falamos de dança.
Participação por inscrições.Informações e inscrições: http://www.fabricademovimentos.pt/ fabricamovimentos@hotmail.com
HEI! Descalças na Terceira!

"O Ano Europeu para a Igualdade de Oportunidades vem ao encontro do que é a principal missão da Descalças cooperativa cultural: cooperar para o desenvolvimento e intervir social e solidariamente. A inclusão e a igualdade são conceitos que estão inerentes ao conceito de desenvolvimento, pelo que estão sempre presentes na actividade da cooperativa, se não directamente nos seus conteúdos é no que dela se faz ou até onde ela é levada.
Por isso, o convite para que as Descalças desenvolvam actividades paralelas ao Congresso Internacional para a Igualdade de Oportunidades, faz-nos todo o sentido ... por isso também, cuidámos de preparar um programa consistente no seu conjunto e abrangente nos temas que aborda e nas pessoas que envolve.Assim, no âmbito do Congresso Internacional dos Açores, inserido na comemoração de 2007 - Ano Europeu para a Igualdade de Oportunidades para Tod@s as Descalças estarão na ilha Terceira, em Angra do Heroísmo, de 13 a 16 de Novembro onde irão apresentar o seguinte programa:
Dias 14, 15 e 16 10h00 Diz-me quando nasceste, dir-te-ei que mulher és (Animação teatral)14h30 Entretelas (Cinema/Formação)
Dia 1621h30 - Gent'ilesa (Concerto)"
Uma partilha...wEATHER pROJECT - sUN and Sky

"O Weather Project foi instalado no Tate Modern em Londres em 2003. Houve uma série de exibições de diferentes artistas, mas a mais impressionante foi a do dinamarquês Olafur Eliasson, em 2004, com a representação do Sol e do Céu. Para criar a espectacular envolvência que resultou na perfeição, Eliasson usou um disco circular com centenas de lâmpadas que emitiam uma luz amarela, também utilizou vários humidificadores que debitavam constantemente água com açúcar; todo o tecto da galeria (Turbine Hall) estava revestido com um gigantesco espelho, onde os visitantes podiam observarem-se a si próprios como sombras entranhadas numa névoa laranja . Em suma o Sol estava preso numa gaiola."
In Pelo Mar Aberto - http://pelomaraberto.blogspot.com/


The one minutes jr - votação online!
(Pode ser que no próximo ano existam concorrentes dos Açores... bem que tentámos divulgar! A esperança é a última a morrer...)

the nominations: are you one of the lucky ones?the junior jury members and professional jury members have watched the pre-selected works and finally we have the results of the categories: best of the world and self-portrait. to see who have been nominated check out the website! are you one of the lucky ones? f

vote people's choice awardwatch the videos on our website and vote for your favorite!!!! we want you to nominate the video maker, who will join us at the one minute festival in ghent. the selected video will receive the people's choice award during on saturday 10th november at the one minutes festival!!!the voting ends friday 2 november at 17:00 dutch time so vote! vote! vote!
for more information http://www.theoneminutesjr.org/
the one minute festival3 days of short videos made by artists and young video-makers from over 65 countries with a special focus dedicated to the cuban one minutes. all the one-minute videos will be shown at the filmplateau, paddenhoek 3, 9000 gent (belgium) from 9 – 11 november and is open to the public.
the one minute festival3 days of short videos made by artists and young video-makers from over 65 countries with a special focus dedicated to the cuban one minutes. all the one-minute videos will be shown at the filmplateau, paddenhoek 3, 9000 gent (belgium) from 9 – 11 november and is open to the public.
for more information about the screening schedule: http://www.theoneminutesjr.org/
the nominations: are you one of the lucky ones?the junior jury members and professional jury members have watched the pre-selected works and finally we have the results of the categories: best of the world and self-portrait. to see who have been nominated check out the website! are you one of the lucky ones? f
or more information http://www.theoneminutesjr.org/
Hei! Exposição Colectiva Lusofonia- Bruxelas
(A Sandra Rocha está lá!)


A kameraphoto sob o alto Patrocínio de S.E. o Presidente da Comissão Europeia, tem o prazer de convidar V.Exa. para a inauguração da exposição de fotografia subordinada ao tema LUSOFONIA, Segunda-feira, dia 5 de Novembro 2007, pelas 18:15 horas, edíficio Berlaymont, Bruxelas.
LUSOFONIA Alexandre AlmeidaAntónio Júlio DuarteAugusto BrázioCéu GuardaGuillaume PazatJoão PinaJordi BurchNelson d'AiresMartim RamosPascal AimarPauliana Valente PimentelPedro LetriaRui Xavier Sandra RochaValter Vinagre
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